A leitura de jogo dentro do BBB 26 ganha novas camadas à medida que alianças se consolidam, narrativas externas são imaginadas e a casa entra em modo de enfrentamento total. Sarah segue mostrando sua “visão de jogo de milhões” após uma semana marcada por erros de leitura, promessas de contragolpe e a estreia do Duelo de Risco, a madrugada escancara como cada grupo enxerga o público — e a si mesmo.
Alberto Cowboy volta a defender a ideia de colocar Ana Paula Renault novamente no Paredão. O argumento é prático: a casa vota nela com facilidade, o que garantiria números confortáveis na formação. Sarah Andrade, porém, discorda e alerta para o risco de fortalecer a adversária, que já voltou de embates anteriores. Para ela, insistir nesse caminho pode produzir exatamente o efeito contrário — e, nesse cenário, Milena surge como alternativa de voto.
Entretanto, fico estupefato com a visão de jogo deles. Ana Paula já passou por dois paredões e voltou. Milena já foi em um e voltou. Nenhum do outro grupo saiu até agora. Eles não perceberam isso?
Sarah entre sonhos, sinais e a leitura do “Brasil”
Ainda tentando decifrar o que acontece fora da casa, Sarah relata um sonho simbólico para Cowboy e Jonas Sulzbach. Segundo ela, no sonho tinha acesso ao Instagram e via que os três estavam muito bem aqui fora, enquanto todos que caminhavam ao lado deles eram considerados “do bem”. A fala reforça a confiança do grupo em sua própria narrativa.
Na mesma madrugada, Sarah afirma enxergar com clareza quem ocupa hoje o posto de favorita do público:
Sarah: “Se isso aqui tiver lado, eu sinto que eu estou do lado certo.”
Jonas responde trazendo a questão para o campo moral:
Jonas: “Uma coisa que eu dou muito valor é o meu caráter.”

Sarah então aprofunda sua análise sobre Maxiane, apontando motivos concretos para o favoritismo:
Sarah: “Eu acho que quem está se desenhando para ser um possível favorito da edição é a Maxiane. Tem muitas mulheres lá fora que se identificam com a Maxiane, que se veem nela. Ela é a única que teve embate direto com as pessoas que a gente acha que é o oposto. Ela é muito inteligente, do bem, tem um coração gigante, uma postura muito correta.”
Cowboy concorda parcialmente, mas amplia o radar e inclui outro nome no possível protagonismo:
Cowboy: “Eu acho a Gabi forte para se tornar. Simpática, sincera… Até na fragilidade dela. Muita gente aponta: ‘essa menina é chata’. Eu já tive outra impressão dela.”
“Brasil muito louco” e a divisão de lados
A conversa escancara a polarização da casa. Para Sarah, não há dúvida sobre como o público enxerga os grupos:
Sarah: “Não tem como alguém achar que isso aqui [grupo da Ana Paula] é melhor que isso aqui [grupo da Maxiane/Trindade], na concepção de Brasil que a gente tem.”
Cowboy reforça a crítica ao estilo de jogo adversário:
Cowboy: “Não tem como a pessoa achar que alguém que só fica causando intriga, alfinetando, seja melhor de assistir do que uma pessoa daquela ali.”
Sarah encerra com ironia e incredulidade:
Sarah: “Aí esse país tá muito louco.”
A Trindade também analisa a proximidade de Jordana. O clima é de cautela. Para Capetinha, o movimento exige atenção:
Capetinha: “A gente tem que dar uma atenção maior à Jordana.”
Cowboy reconhece a lealdade demonstrada até aqui:
Cowboy: “Ela é fiel. Ela tem falado coisas pra gente que nem queria falar.”
Sarah, porém, mantém distância estratégica:
Sarah: “Porque ela tá achando que a Trindade é forte, tá? […] Ela tá me conquistando ainda. Ainda não é minha prioridade.”
Cowboy sintetiza o espírito do grupo:
Cowboy: “Enquanto está conversando com a gente e trazendo coisas, tá ótimo. Mas confiar 100% eu não confio.”

Casa em modo guerra
O clima de tensão se intensifica quando Marcelo afirma que, se for indicado ao Paredão, pretende colocar a casa no Tá Com Nada. Ao saber que o grupo adversário também cogita essa punição coletiva, a Trindade reage planejando acabar com os cigarros dos fumantes da casa — sinal claro de que o jogo entra em uma fase de retaliações abertas.
Do outro lado, Babu Santana traça planos objetivos contra Jonas:
Babu: “Se a gente pegar o Anjo, ele sai do VIP e vai pro Monstro.”
Babu também revela a Chaiany que não quer romper com Ana Paula, apesar dos conflitos:
Babu: “Tem coisas que ela faz que me chateia.”
A conversa sobre a Xepa vira palco de ironia. Chaiany provoca:
Chaiany: “E a Ana que tá a quarta semana?”
Ana Paula responde no mesmo tom:
Ana Paula: “Quem mandou cê ser querida desse tanto?”
Chaiany provoca novamente, já assumindo a narrativa de rejeição interna e apoio externo:
Chaiany: “Odiada pela casa e amada pelo Brasil!”
Ana Paula endossa sem hesitar:
Ana Paula: “Se Deus quiser, sim!”
E Chaiany fecha com uma última alfinetada:
Chaiany: “Tá bom que não achou o diamante!”
Em uma semana marcada por Duelo de Risco, leitura obsessiva do público e movimentos cada vez mais explícitos, o BBB 26 deixa claro: ninguém mais joga apenas para sobreviver. Agora, todos jogam para vencer a narrativa.
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