Crítica | Lupin – segunda temporada

Depois de 5 episódios eletrizantes de Lupin, chega a segunda temporada (outros 5 episódios) dessa série, inspirada na história de Arsene Lupin, o ladrão de casaca, criado por Maurice leblanc. A primeira temporada termina com o sequestro de Raoul, filho de Assane (Lupin). Já começamos o primeiro episódio da segunda com a perseguição de Assane ao sequestrador de seu filho, e com uma ajuda um tanto inusitada. Esse primeiro termina com um confronto entre sequestrador e Assane e uma boa dose de drama.

O ponto alto são as amarrações de roteiro, sempre um passo a frente e com vários plots twists. Os papéis nessa segunda parte ficam mais claros, entre os plots conseguimos ver vilões e heróis ficando mais nítidos para nós. Porém, não podemos falar de Lupin sem dar ênfase nas cenas de disfarce e ação. A estratégia junto com a dinamicidade e uma pitada de carisma são o ponto alto da série, fazendo qualquer pessoa querer ser Lupin por um dia.

Mas é louvável também que a série não passa a mão na cabeça dos erros de ser um criminoso, e vemos os problemas e coisas que acontecem com Lupin por suas escolhas. Isso é muito importante de pontuar e de elogiar também.

Por fim, Lupin é uma série com toque único, carisma lá em cima e com ótimas tiradas e plots, recomendo a todos darem uma chance, perfil de série pra ver com amigos, família ou sozinho, entretenimento de alto nível. Aliás, a terceira temporada já está confirmada…

Afinal, se liga no trailer:

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