A trajetória de Michael Jackson chega aos cinemas em 2026 em Michael, cinebiografia dirigida por Antoine Fuqua e produzida pela Lionsgate, com estreia marcada para 24 de abril de 2026. Mas, entre nomes consagrados do elenco, a grande curiosidade do público sempre foi uma só: quem teria a responsabilidade de viver o Rei do Pop nas telas?
A resposta surpreendeu Hollywood e os fãs. Em vez de uma estrela já consagrada, a produção apostou em alguém de dentro da própria família Jackson.
O papel principal de Michael será interpretado por Jaafar Jackson, sobrinho de Michael Jackson e filho de Jermaine Jackson, integrante original do Jackson 5. Aos 29 anos, Jaafar assume seu primeiro papel como ator em um longa-metragem, após ter aparecido apenas em produções televisivas ligadas à família.
A escolha está diretamente ligada ao envolvimento do espólio de Michael Jackson na produção do filme. A escalação de Jaafar teve aprovação explícita de Katharine Jackson, mãe do cantor, que declarou:
“Jaafar personifica meu filho. É maravilhoso vê-lo continuar o legado dos Jackson como artistas e performers.”

Embora a semelhança física tenha pesado, a decisão foi além disso. O produtor Graham King revelou que Jaafar se destacou mesmo após uma busca mundial por candidatos:
“Conheci Jaafar há mais de dois anos e fiquei impressionado com a forma orgânica com que ele personifica o espírito e a personalidade de Michael. Mesmo depois de uma busca global, ficou claro que ele era a única pessoa capaz de assumir esse papel.”
Não houve, segundo a produção, outros nomes de peso realmente considerados para o papel principal.
Diferentes fases de Michael no cinema
O filme Michael não acompanha apenas a fase adulta do artista. As cenas da infância e do período do Jackson 5 serão interpretadas por Juliano Krue Valdi, enquanto Jaafar assume o personagem na maior parte da narrativa, cobrindo a ascensão, o auge e os conflitos da carreira solo.
Desde o primeiro material promocional divulgado, a produção tem enfatizado o quanto Jaafar se aproxima do tio em postura corporal, expressões faciais e movimentos de dança. Silhuetas, perfis e coreografias remetem diretamente a apresentações icônicas de Michael Jackson.
A trilha sonora deve utilizar gravações originais do cantor, com Jaafar dublando as músicas em performances-chave. Ainda assim, o ator também deve cantar em momentos específicos, ampliando a dimensão dramática do papel.
Na dança, o trabalho é ainda mais evidente: giros, moonwalk, isolamentos e gestos clássicos estão presentes, reforçando a verossimilhança da interpretação.
Com um elenco que inclui Colman Domingo, Nia Long, Miles Teller e Laura Harrier, Michael chega cercado de expectativa não apenas como cinebiografia, mas como um retrato autorizado e ambicioso de um dos maiores artistas da história da música.
Se a atuação de Jaafar corresponder ao cuidado técnico já demonstrado, o filme tem tudo para se tornar um marco definitivo sobre o legado de Michael Jackson no cinema.
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