Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e termos de uso.
Aceito
Vivente AndanteVivente AndanteVivente Andante
  • Cinema e Streaming
  • Música
  • Literatura
  • Cultura
  • Turismo
Font ResizerAa
Vivente AndanteVivente Andante
Font ResizerAa
Buscar
  • Cinema e Streaming
  • Música
  • Literatura
  • Cultura
  • Turismo
Djin Sganzerla em cena de "Eclipse"- Divulgação Mercúrio Produções
Cinema e StreamingCrítica

Eclipse: Filme reflete as relações interpessoais por meio do elo de duas irmãs, unindo ciência e ancestralidade

Por Isabela Neves
Última Atualização 15 de maio de 2026
3 Min Leitura
Share
Djin Sganzerla em cena de "Eclipse"- Divulgação Mercúrio Produções
SHARE

Após sua estreia na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, sendo eleito pelo público entre os 12 filmes mais votados para concorrer ao Troféu Bandeira Paulista, ECLIPSE, novo longa-metragem de Djin Sganzerla, chega aos cinemas brasileiros no dia 7 de maio. Produzido pela Mercúrio Produções, com co-distribuição da Pandora e patrocínio do BNDES, o filme também foi selecionado para a 33ª edição do San Diego Latino Film Festival.

Na direção de seu segundo filme, Djin Sgarzela também protagoniza “Eclipse”, longa que aborda questões femininas do século XXI.

Cléo (Sgarzela), é uma astrônoma de prestígio no processo de conciliar uma gravidez no início de seus quarenta anos e uma complexa pesquisa de corpos celestes, conta com o apoio de seu marido, Tony, interpretado por Sérgio Guizé. Até que a chegada de Nalu (Lian Gaia), traz a revelação de uma meia-irmã desconhecida e de que as pessoas ao seu redor não são quem parecem ser.

“Ao tratar da relação entre mulheres e do convívio entre pessoas de diferentes origens, o filme Eclipse reflete questões essenciais para o Brasil de hoje. O BNDES tem um compromisso permanente com diversidade e se alegra de apoiar produções com narrativas que refletem a pluralidade do Brasil”, comenta Marina Moreira Gama, superintendente da Área de Relacionamento, Marketing e Cultura do BNDES.

Apesar de ser um thriller psicológico, o longa falha em criar uma atmosfera de suspense tensa e pouco surpreende com suas revelações.

Além disso, a tentativa de retratar muitos temas sensíveis ao mesmo tempo no decorrer de seus 109 min resultou em falta de profundidade e uma trama previsível. Afinal, quanto mais importante e relevante a temática, mais cuidado e atenção exige ao ser retratada.

Crítica: ‘Eclipse’ busca refletir sobre o movimento red pill e a sororidade feminina

Ainda assim, “Eclipse” tem seus momentos poéticos e avança a exploração de filmes de gênero no Cinema Nacional.

Com elenco formado por Djin Sganzerla, Sergio Guizé, Lian Gaia, Selma Egrei, Helena Ignez, Luís Melo, Clarisse Abujamra, Gilda Nomacce, Pedro Goifman e Julia Katharine, o filme está nos cinemas brasileiros, convidando o público a uma experiência cinematográfica intensa, inquietante e atravessada por questões urgentes.

Siga-nos e confira outras notícias @viventeandante e no nosso canal de whatsapp!

Tags:Critica EclipseDjin sgarzelaFilme Eclipse
Compartilhe este artigo
Facebook Copie o Link Print

Vem Conhecer o Vivente!

1.7KSeguidoresMe Siga!

Leia Também no Vivente

O Pastor e o Guerrilheiro, entrevista com Johnny Massaro
Cinema e Streaming

Canal Brasil apresenta Maratona José Eduardo Belmonte

Alvaro Tallarico
3 Min Leitura
Guerreiras do K-Pop 2
Cinema e Streaming

Guerreiras do K-Pop 2: teorias indicam retorno dos Saja Boys e segredos de Rumi

Redação
5 Min Leitura
House of the dragon
Cinema e StreamingSéries

A Casa do Dragão: 3ª temporada prepara uma das maiores tragédias da saga

Redação
6 Min Leitura
logo
Todos os Direitos Reservados a Vivente Andante.
  • Política de Privacidade
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?