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Análise BBB 26: Babu joga sereno, Ana Paula reduz grupo, Cowboy nas sombras e Sarah presa no BBB 21; entenda

Entre alianças frágeis, estratégias discretas e jogos escancarados, o elenco do BBB 26 começa a revelar quem entendeu o programa e quem ainda está perdido.

Por
Alvaro Tallarico
Última Atualização 26 de janeiro de 2026
8 Min Leitura
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O BBB 26 começa a entrar em uma fase em que já não dá mais para se esconder atrás de discursos genéricos. O jogo começa a afunilar, as relações estão mais expostas e o público já entendeu traços de cada participante que muitos dentro da casa ainda parecem não ter percebido.

Ana Paula vive um momento curioso. O resultado do paredão mostrou que ela não precisa de um grupo enorme para chegar longe, mas ainda assim passou um tempo insistindo em alianças que mais a desgastavam do que ajudavam. Ao se afastar e fechar mais com Milena, começa a dar sinais de leitura melhor do jogo. Sabendo que não é forte em provas, a aproximação com Leandro também é estratégica: ele pode ser o passaporte para quartos do líder e decisões importantes.

A verdade é que ela está com sorte, pois vários entraram focados em tentar fazer enredo em cima dela. Tem seu nome falado quase o tempo todo o que somente a fortalece como protagonista. Além disso, quer puxar a Chaiany para perto, e, se Milena e seus ciúmes deixarem, podem formar um grupo realmente forte.

Babu segue em um caminho oposto ao da maioria dos jogadores mais barulhentos. Evita se comprometer em excesso para não virar alvo fácil e, quando teve poder, soube usar a liderança com inteligência, criando laços em vez de dívidas.

Babu Santana faz um jogo silencioso no BBB 26, mas muito bem calculado.

Tem tudo para chegar no top 10 e chances reais de vencer. Já deixou claro que não vai acelerar o jogo e busca ser certeiro.

Brigido ainda parece preso às informações da Casa de Vidro, como se jogasse com dados antigos em um cenário que já mudou. É um desses que entrou para tentar fazer nome em cima de Ana Paula. Mas é fraco, sem carisma, sem estratégia.

Breno é sensato quando convém, escolhe demais os momentos de lucidez. Nas redes sócias já é chamado por muitos de “palestrinha”.

Edílson Capetinha se movimenta por conveniência, mas aparece sempre junto com os homens, parece se segurar em ser ídolo do futebol. Parece o tio do WhatsApp, fala umas besteiras, mas tem boas histórias.

Chaiany demonstra ser influenciável e, mais de uma vez, deixa de seguir a própria intuição para acompanhar decisões alheias. Logicamente, não tem ideia da força que tem e do quanto se destacou no último Sincerão. Sua falta de confiança em si mesma pode atrapalhar.

Do Sincerão ao Instagram: como Chaiany conquistou 600 mil seguidores no BBB 26
divulgação / TV Globo

Gaby parece inocente, mas tem comentários afiados demais, o que pode custar caro socialmente. Quer chamar atenção, sem saber bem como, ainda busca um grupo. Não vejo futuro.

Jordana é VTzeira, sabe usar o voto no confessionário e não quer ser sombra, apesar de parecer planta, ainda pode render. Parece querer sustentar opinião própria, mas acaba repetindo discursos que escuta ao redor.

Juliano Floss está sempre onde é mais confortável para ele naquele momento, mas tem carisma e pode fazer uma boa dupla com Babu que quer realmente fechar com ele.

Leandro entrou querendo jogar e constroi uma rivalidade com Cowboy que interessa para os editores. Vai voltar mais forte e confiante do próximo Paredão. Se colar realmente com a Ana Paula e Milena, pode se dar muito bem. Ana já percebeu seu potencial.

Marciele ainda é uma incógnita. Passa despercebida em dinâmicas importantes e começa a ganhar rótulo de planta. Marcelo, por outro lado, faz movimentos que muitas vezes parecem mais voltados para ser o centro das atenções do que para construir um jogo sólido.

Matheus já é visto por muitos como nome certo fora da casa na próxima eliminação. É alguém claramente sem autocrítica e com uma teimosia que o afunda mais e mais. Não percebe os erros nos próprios discursos.

Maxiane se molda conforme o cenário, sem deixar claro em que realmente acredita. Milena se entrega demais emocionalmente e peca nos excessos. Paulo Augusto raramente se posiciona e, quando o faz, costuma pesar a mão e se queimar. Sua sorte foi ganhar o bate e volta na primeira semana. Não faz falta ou diferença na casa.

Sarah parece reviver sua edição passada, repetindo comportamentos que já deram errado antes. Não aprendeu com a derrota para Juliette, e, ainda por cima, claramente mantém esse ranço.

Solange Couto adota postura neutra demais, quer se esconder, corre o risco de ser vista apenas como planta.

Já Sol carrega um discurso derrotista, muito movido por ranço, o que a impede de enxergar movimentos óbvios do jogo. Está triste, apagada. Infelizmente. Espero que mostre mais.

Já Samyra segue em uma linha bem diferente: demonstra não ter entendido a lógica do BBB, acumulando promessas de posicionamento e atitude que nunca se concretizam, o que a coloca cada vez mais como coadjuvante na narrativa do jogo.

Alberto Cowboy faz um jogo tão discreto que, em alguns momentos, nem o público consegue entender exatamente qual é sua estratégia. Ele claramente evita “queimar a largada”, preferindo ganhar tempo e tentar reconstruir a própria imagem, deixando para trás a lembrança de vilão que carrega desde 2007. Tem jogado apenas o mínimo necessário para se manter fora do foco, sem grandes movimentos, mas também sem se expor demais. A rivalidade com Leandro não parece incomodá-lo em si; o problema, para ele, foi o timing em que isso ganhou força dentro da casa. Se conseguir ajustar o momento de agir, Cowboy tem potencial para crescer no jogo e, na segunda metade da temporada, até protagonizar embates importantes ao lado — ou contra — Ana Paula.

Jonas? 22 e nada mais.

No fim das contas, o BBB 26 começa a mostrar uma divisão clara: quem entendeu que o jogo é leitura constante de cenário e quem ainda está reagindo por impulso, orgulho ou medo de se expor. E, nessa fase, ficar parado costuma ser tão perigoso quanto errar em voz alta.

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  • BBB 26: Babu vira o jogo, emociona o público e pode derrubar favoritismo de Ana Paula
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PorAlvaro Tallarico
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Jornalista especializado em Jornalismo Cultural pela UERJ.
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