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Café mais caro surge a partir de Boquete e inspira turismo no Brasil

O café Geisha bate recorde mundial de preço e reforça uma tendência que também impulsiona o turismo cafeeiro no Brasil, do Vale do Café ao Rio de Janeiro

Por Redação
Última Atualização 12 de dezembro de 2025
4 Min Leitura
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O universo do café acaba de ganhar um novo capítulo histórico: o café Geisha do Panamá bateu recordes no leilão Best of Panama 2025, com um lote vendido por mais de 30 mil dólares o quilo, o maior valor já pago por um café no mundo.

Cultivado nas montanhas de Boquete e Tierras Altas, na província de Chiriquí, o grão não impressiona apenas pelo preço, mas pela combinação rara entre terroir, altitude, solos vulcânicos e um saber-fazer que transformou a região em referência global do café de especialidade.

Boquete, conhecida como o “Vale da Eterna Primavera”, tornou-se um destino obrigatório para quem busca experiências que vão além da xícara.

Ali, visitantes percorrem fazendas premiadas, participam de cuppings guiados, caminham por florestas nubladas e trilhas como a dos Quetzais, além de vivenciar um turismo que une natureza, gastronomia local e hospedagens boutique. A poucos quilômetros, Tierras Altas, com vilas como Volcán e Cerro Punta, reforça essa vocação ao integrar café, agricultura familiar, cachoeiras, lagoas e experiências farm to table, com acesso ao Parque Internacional La Amistad, Patrimônio Mundial da UNESCO.

café nespresso Foto de cottonbro studio
Foto de cottonbro studio

Esse movimento internacional dialoga diretamente com o que vem acontecendo no Brasil, um dos maiores produtores de café do planeta e, cada vez mais, protagonista no café de qualidade e no turismo cafeeiro. Regiões como o Sul de Minas, a Mantiqueira de Minas, o Cerrado Mineiro e o Espírito Santo já figuram entre as mais respeitadas do mundo, com grãos premiados e experiências imersivas em fazendas históricas e contemporâneas. Cafés brasileiros como Octavio Café, Coffee Lab, Um Coffee Co., Suplicy Cafés Especiais, Santo Grão e Academia do Café ajudaram a consolidar uma cultura urbana de café especial que dialoga com o terroir e o produtor.

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No Rio de Janeiro, o café também se transforma em experiência cultural e turística. Além da cena contemporânea de cafeterias como Curto Café, Five Roasters, Dark Coffee, Café Secreto, The Slow Bakery Coffee e King of the Fork, o estado guarda uma história profunda ligada ao ciclo do café.

O Vale do Café, no interior fluminense, reúne fazendas históricas abertas à visitação, como a Fazenda Santa Eufrásia, Fazenda São Fernando e Fazenda Ponte Alta, onde é possível conhecer desde os casarões do século XIX até iniciativas atuais de produção sustentável e cafés especiais. Na capital, o Circuito Histórico do Café, no Centro do Rio, resgata a memória dos antigos cafés que moldaram a vida cultural da cidade, conectando passado e presente em torno da bebida.

Caffè Sospeso. Um documentário que desperta, uma crônica que faz pensar. café
Um café na esquina. Foto por Alvaro Tallarico.

O sucesso do Geisha panamenho reforça uma tendência global: o café deixou de ser apenas commodity para se afirmar como experiência cultural, sensorial e turística. Seja nas montanhas do Panamá, nas fazendas brasileiras ou nas cafeterias do Rio, o café se consolida como elo entre território, identidade e viagem.

Mais do que preços recordes, o que está em jogo é a valorização de histórias, pessoas e lugares, ou seja, algo que o Brasil, com sua diversidade cafeeira, tem tudo para seguir explorando e contando ao mundo.

Leia mais

  • Confira os destinos mais buscados pelos brasileiros para o verão 2026.
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