Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e termos de uso.
Aceito
Vivente AndanteVivente AndanteVivente Andante
  • Cinema
  • Música
  • Literatura
  • Cultura
  • Turismo
Font ResizerAa
Vivente AndanteVivente Andante
Font ResizerAa
Buscar
  • Cinema
  • Música
  • Literatura
  • Cultura
  • Turismo
A sociedade moderna tem uma enorme dívida com o pintor Edvard Munch: de Andy Warhol a Ingmar Bergman, de Marina Abramovic a Jasper Johns. Suas pinturas se tornaram símbolos, mas também um sinal das tragédias do século XX.
Cinema e Streaming

Munch: Amor, Fantasmas e Vampiras revela o oculto do gênio por trás de ‘O Grito’

Documentário mergulha na mente de Edvard Munch e apresenta novas leituras sobre seu legado, seus fantasmas e sua obsessão com o tempo

Por
Redação
Última Atualização 25 de novembro de 2025
3 Min Leitura
Share
Autoral Filmes
SHARE

“O Grito” transformou Edvard Munch em um ícone global, mas também ofuscou a vastidão de uma obra que ultrapassa 28 mil peças e permanece, para muitos, cercada por mistério. Essa lacuna começa a ser reparada com o lançamento de “Munch: Amor, Fantasmas e Vampiras”, documentário italiano dirigido por Michele Mally que estreia em dezembro no Brasil, com distribuição da Autoral Filmes. A produção apresenta um retrato íntimo, poético e inquietante do pintor norueguês, ampliando a compreensão sobre sua vida, sua técnica e sua relação com temas espirituais.

O filme parte de uma premissa simples e poderosa: nenhum artista foi tão celebrado e tão desconhecido ao mesmo tempo. Enquanto “O Grito” virou símbolo de ansiedade moderna, guerras e traumas coletivos, grande parte do universo de Munch permaneceu às sombras. Agora, com o novo museu MUNCH em Oslo, um arranha-céu inaugurado em 2021 para abrigar o gigantesco acervo deixado pelo artista, o mundo volta a olhar para seu trabalho com profundidade.

“Munch: Amor, Fantasmas e Vampiras” visita esses lugares de memória, mas também os espaços internos do pintor, guiando o espectador pela voz da atriz norueguesa Ingrid Bolsø Berdal, que abre a narrativa em uma cena quase mística, entre lareira, neve e contos do folclore nórdico. A partir daí, o filme constrói uma ponte entre o visível e o invisível, explorando o interesse do artista por espíritos, repetições, símbolos e pela noção de tempo como entidade fluida, um conceito que atravessa toda sua obra.

Autoral Filmes

Especialistas como Jon-Ove Steihaug, Giulia Bartrum, Frode Sandvik e Elio Grazioli ampliam o olhar sobre o pintor ao analisar suas obsessões, seus experimentos com fotografia e cinema e a estranha fragilidade física das obras, consequência das técnicas arriscadas que adotou ao longo da vida.

O documentário percorre os locais que moldaram sua sensibilidade: as praias de Åsgårdstrand, as montanhas de Vågå, o litoral alemão e Ekely, onde viveu seus últimos anos cercado por animais, silêncio e uma espécie de repetição ritualística de imagens. Seus autorretratos tardios, muitos deles repletos de dor, vibração espiritual e solidão, revelam a marca de um século turbulento.

Siga-nos e confira outras dicas em @viventeandante e no nosso canal de whatsapp!

A obra responde a uma pergunta que acompanha Munch há mais de cem anos: o que existe por trás do mito? Ao revisitar fantasmas pessoais e espirituais, o filme apresenta um homem frágil, inquieto e profundamente moderno, cuja arte continua dialogando com tempos de crise, medo e reinvenção.

Serviço

Munch: Amor, Fantasmas e Vampiras
Estreia nos cinemas brasileiros: 11 de dezembro de 2025
País: Itália
Gênero: Documentário biográfico
Duração: 90 min
Verifique a classificação indicativa
Distribuição: Autoral Filmes
Mais informações: @autoral_filmes

Leia mais

  • Crítica: ‘Maldito Modigliani’ fica entre o retrato poético e o biográfico
Tags:arte modernaAutoral FIlmescinema de artedocumentário biográficoEdvard Munchestreia nos cinemasIngrid Bolsø BerdalMichele MallyMunch documentáriomuseu MUNCHo grito
Compartilhe este artigo
Facebook Copie o Link Print
Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Gravatar profile

Vem Conhecer o Vivente!

1.7KSeguidoresMe Siga!

Leia Também no Vivente

Melhores Filmes 2025
Cinema e StreamingCrítica

Reflexão: Quais os 10 melhores filmes que assisti em 2025?

André Quental Sanchez
9 Min Leitura
Hadis Pakbaten, Majid Panahi (II) e Mohammad Ali Elyasmehr em cena de "Foi Apenas um Acidente"- Divulgação Imovision
Cinema e StreamingCrítica

Crítica: ‘Foi Apenas Um Acidente’- entre o otimismo e o ciclo de violência

André Quental Sanchez
6 Min Leitura
Meu Primo Inglês Mostra de Cinemas Africanos
Cinema e StreamingCríticaLiteratura e HQNotícias

Meu Primo Inglês | Uma crônica sobre imigração

Alvaro Tallarico
5 Min Leitura
logo
Todos os Direitos Reservados a Vivente Andante.
  • Política de Privacidade
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?