O Vasco encerra a janela de transferências com uma reformulação profunda no elenco e deixa claro que 2026 marca uma virada estratégica no clube. Entre chegadas pontuais, renovações consideradas prioritárias e saídas de peso, o Cruzmaltino redesenha seu grupo para ganhar competitividade, ajustar a folha salarial e preparar o time para um novo ciclo esportivo.
A movimentação intensa não foi apenas quantitativa. Ela revela escolhas claras da diretoria sobre perfil de elenco, valorização de ativos e correções de rota após decisões tomadas em temporadas anteriores.
Chegadas: reforços para dar nova cara ao time
O Vasco anunciou sete reforços nesta janela. A diretoria apostou em jogadores com diferentes características para oxigenar setores carentes do elenco.
Chegaram ao clube:
- Johan Rojas
- Alan Saldívia
- Marino Hinestroza
- Brenner
- Cuiabano
- Claudio Spinelli
- Paulinho (lateral)

Os nomes indicam uma busca por mais mobilidade ofensiva, intensidade sem a bola e alternativas para um calendário longo e exigente.
Fernando Diniz falou sobre a situação dos reforços para o próximo jogo:
“Cuiabano e Spinelli devem ter condição de jogo. Cuiabano já treinou um pouco mais. Mas, precisamos ter cuidado com esses jogadores. Assim como tivemos com Brenner, Rojas, Marino… Será bom poder contar com eles, mas veremos isso na terça-feira. O Cuiabano acho que está ok em termos de documentação. O Spinelli, não sei se teremos tempo hábil”
Renovações e aquisições: manutenção da base considerada essencial
Além das contratações, o Vasco optou por segurar peças vistas como estruturais para o projeto esportivo. Algumas renovações funcionam, na prática, como novas aquisições, garantindo continuidade e evitando perdas no mercado.
Foram mantidos:
- Jair
- Puma Rodríguez
- Estrella
- Carlos Cuesta
- Andrés Gómez

A permanência desses jogadores indica confiança no núcleo que já vinha sendo utilizado e uma tentativa de dar estabilidade ao time em meio às mudanças.
Saídas: limpa no elenco e fim de ciclos
A lista de saídas é extensa e reflete um processo claro de encerramento de ciclos. Jogadores experientes, apostas que não renderam o esperado e nomes fora dos planos deixaram São Januário.
Saíram do clube:
- Jean David
- Maicon
- Paulinho
- Maurício Lemos
- Lucas Oliveira
- Vegetti
- Máxime Domínguez
- Sforza
- Riquelme
- Garré
- Paulo Ricardo
- Victor Luís
As saídas aliviam a folha salarial e abrem espaço para um elenco mais alinhado à ideia de jogo da comissão técnica.

No campo financeiro, o Vasco também concretizou negociações importantes. A venda de jovens ativos reforça o caixa e faz parte de uma política de equilíbrio econômico.
Foram vendidos:
- Rayan
- Leandrinho
As negociações indicam que o clube segue atento ao mercado internacional e à valorização de atletas formados ou lapidados internamente.
O que a janela revela sobre o Vasco em 2026
No fim das contas, da barca montada por muitos torcedores e analistas no início da temporada, só ficaram Lucas Freitas, Hugo Moura e Tchê-Tchê.
Mais do que nomes, a janela de transferências mostra um Vasco que busca corrigir excessos, rejuvenescer o elenco e alinhar discurso e prática. A diretoria aposta em um grupo mais funcional, com menos acúmulo de jogadores e maior competitividade interna.
O impacto real dessas decisões será medido em campo, mas a mensagem é clara: o clube não trata 2026 como um ano de transição passiva, e sim como um ponto de reestruturação com ambição esportiva.
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