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NintendoVerso: Super Mario Galaxy revela plano ambicioso e prepara crossover histórico estilo Vingadores

Por Alvaro Tallarico
Última Atualização 1 de abril de 2026
5 Min Leitura
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Universal Pictures
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Filme expande universo da Nintendo no cinema e deixa pistas claras de um futuro estilo Marvel

O que parecia apenas mais uma sequência animada pode, na prática, ser o início de um projeto muito maior. The Super Mario Galaxy Movie surge como a peça mais importante até agora na construção do chamado “NintendoVerso” — um universo cinematográfico compartilhado que pode reunir os maiores personagens da história dos videogames.

Mais do que expandir a jornada de Mario, o filme reorganiza completamente a lógica desse mundo, abrindo caminho para conexões entre franquias que, até então, existiam separadas.

E tudo isso acontece de forma calculada.

O primeiro passo real do NintendoVerso

O grande movimento do filme é abandonar os limites tradicionais do universo Mario. Ao levar a narrativa para o espaço e introduzir diferentes dimensões, a história deixa de ser isolada e passa a funcionar como um eixo central.

A entrada de Fox McCloud, vindo diretamente da franquia Star Fox, não é apenas um fan service. É um marco estrutural.

Pela primeira vez, a Nintendo conecta oficialmente duas de suas propriedades dentro de uma mesma narrativa cinematográfica.

E mais importante: explica como isso é possível.

O conceito de multiverso é o verdadeiro alicerce do NintendoVerso.

Com a ajuda de Rosalina, o filme introduz a ideia de viagens entre dimensões — um recurso que resolve um dos maiores desafios da empresa: unificar mundos completamente diferentes sem quebrar suas regras internas.

Isso permite:

  • integrar universos distintos sem forçar continuidade
  • criar encontros entre personagens de franquias diferentes
  • abrir espaço para histórias paralelas e novos estilos

Na prática, a Nintendo ganha liberdade total para expandir seu catálogo no cinema.

Outro ponto importante é o reposicionamento de Mario dentro desse universo.

Ele continua sendo o rosto da franquia, mas deixa de ser o único foco. O filme constrói uma estrutura onde outros personagens podem assumir protagonismo em histórias próprias, sem depender diretamente dele.

Esse é um passo essencial para qualquer universo compartilhado.

Assim como aconteceu com a Marvel, o sucesso não depende de um único herói, mas da capacidade de criar múltiplos pilares narrativos.

O caminho natural: um Smash Bros. no cinema

Com o multiverso estabelecido, o destino mais provável do NintendoVerso é uma adaptação inspirada em Super Smash Bros..

O próprio filme sugere isso ao apresentar um mecanismo que permite reunir personagens de diferentes realidades.

Isso abre espaço para um encontro entre figuras como:

  • Link
  • Samus Aran
  • Donkey Kong
  • Kirby

Um evento desse porte funcionaria como o equivalente direto a Avengers: Endgame — reunindo anos de construção narrativa em um único filme.

Starfox – Universal Pictures

Ao contrário de outros estúdios, a Nintendo não anunciou oficialmente um universo compartilhado.

Mas os sinais estão todos presentes:

  • introdução gradual de personagens de outras franquias
  • criação de regras claras para conexão entre mundos
  • expansão de escala narrativa a cada filme

A estratégia é silenciosa, mas consistente.

Em vez de prometer um grande plano, a empresa parece preferir deixar que os próprios filmes construam essa percepção no público.

O que vem depois de Super Mario Galaxy

A presença de Fox McCloud também indica um possível spin-off de Star Fox, que poderia aprofundar o conceito de viagens dimensionais.

Crítica: ‘Super Mario Galaxy: O Filme’ – uma jornada deslumbrante por um universo de ideias não exploradas

Além disso, o multiverso permite que novos filmes explorem diferentes gêneros e estilos, desde fantasia épica até ficção científica — sem perder a conexão com o núcleo central.

Esse modelo garante longevidade ao NintendoVerso e reduz o risco de desgaste criativo.

Se antes a ideia de um universo compartilhado da Nintendo parecia distante, Super Mario Galaxy transforma essa possibilidade em algo concreto.

O filme não apenas expande o mundo de Mario.

Ele constrói as bases de um sistema onde todos os mundos podem coexistir.

E, se a estratégia continuar nesse ritmo, é apenas uma questão de tempo até que o cinema veja o maior crossover da história dos videogames.

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Tags:critica super mario galaxycrossover nintendo cinemafilmes da nintendofox mccloudMariomultiverso nintendo marionintendoversenintendoversosmash bros filme teoriastarfoxsuper mario galaxy análise
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Jornalista especializado em Jornalismo Cultural pela UERJ.

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