Renata Ventura nasceu no Rio de Janeiro em 1985 e transformou a literatura fantástica brasileira ao criar um universo mágico que dialoga diretamente com a realidade social do país. Jornalista de formação, a escritora morou por quatro anos nos Estados Unidos, onde iniciou seus estudos em Comunicação Social na Universidade de Houston. Ao retornar ao Brasil, graduou-se em Jornalismo pela PUC-Rio e trabalhou com roteiro e pesquisa para cinema documental antes de se dedicar integralmente à literatura.
Em 2011, Renata lançou “A Arma Escarlate”, seu livro de estreia. Ambientado na favela fictícia da Santa Marta, o romance apresenta Hugo Escarlate, um jovem bruxo que vive em um Brasil marcado pela desigualdade, pela violência urbana e pelos dilemas morais da juventude periférica. O sucesso foi imediato. O livro se esgotou nas maiores bienais do país e conquistou o Prêmio Codex de Ouro 2013, destinado aos títulos mais comentados da internet.
Em 2014, veio a aguardada continuação: “A Comissão Chapeleira”, que recebeu o título de Melhor Livro Nacional do ano pelo Prêmio Juventude Literária. A série logo chamou atenção da crítica internacional. O jornal inglês The Guardian comparou a saga ao fenômeno mundial de J.K. Rowling, apelidando a autora de “o Harry Potter brasileiro”.
Mas Renata vai além da fantasia juvenil. Seus livros são marcados por um intenso mergulho em questões filosóficas, históricas, políticas e sociológicas, promovendo reflexões profundas sobre temas como racismo, violência policial, política, identidade e desigualdade social, sempre envoltos em tramas mágicas e cativantes.
Confira a entrevista com Renata Ventura:
Hoje, Renata Ventura mantém uma base fiel de leitores jovens e adultos e é considerada uma das vozes mais relevantes da nova geração da literatura brasileira. Seus livros são buscados não só pelo alto grau de entretenimento, mas também pela potência crítica que oferecem ao leitor. Mais do que criar um universo mágico, Renata Ventura criou uma ponte entre o real e o fantástico, onde feitiços encontram a resistência, e a literatura se transforma em ferramenta de transformação social.
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