Em regiões onde o celular não funciona e cada minuto conta, a comunicação por satélite deixou de ser conveniência para se tornar fator de sobrevivência. É o que mostram as expedições recentes do fotógrafo e explorador Haroldo Nogueira e parceiros, que cruzaram ambientes de alto risco — do Acampamento-Base do Everest ao Rally dos Sertões — apoiados por soluções da Globalsat Group.
Em cenários como Himalaia, Patagônia, sertões brasileiros e altiplanos andinos, rádios e telefones satelitais garantiram voz e dados, rastreamento por GPS, atualização meteorológica e acionamento de emergência. “Em jornadas como as que vivemos, estar conectado significa estar vivo”, resume Haroldo. Para a cobertura do Rally dos Sertões 2025 (mais de 3 mil km por áreas sem cobertura), a equipe utilizou, entre outros, o terminal Explorer 323 (Go Anywhere Pro) e telefones satelitais conectados à rede Viasat, viabilizando comunicação crítica e transmissão de imagens em tempo real.
Everest: comunicação na “zona da morte”
Na temporada de abril a maio, os alpinistas brasileiros Leonardo Pena e Eduardo Cotrim chegaram a 8.400 m — a “zona da morte” — e recuaram por condições extremas. A conectividade via satélite foi essencial para monitoramento e coordenação de segurança. Em novembro de 2024, Haroldo documentou o projeto “Dois Sonhos e Uma Montanha – Everest”, do trekking ao Base Camp, mantendo contato contínuo em um dos ambientes mais hostis do planeta. O material vira livro homônimo em 2026.
Próximas rotas: Roraima e Andes argentinos
Entre outubro e novembro de 2025, Haroldo lidera duas travessias no norte da Argentina:
- Car Experience 2025 (4×4): Puna, Ruta 40 e vinícolas centenárias, com montanhas multicoloridas, salares e estradas remotas — conectividade satelital para suporte logístico e conteúdo de campo.
- Caminos del Cóndor (motos off-road): atravessando trilhas andinas pouco exploradas, com rastreamento, comunicação emergencial e relatos em tempo real.
No mesmo período, o fotógrafo Gilberto Azambuja encara o Monte Roraima (nove dias de trilha e cinco pernoites no topo, passando pelo Vale do Mundo Perdido e Lago Gladys). Sem infraestrutura terrestre, a solução satelital permitirá localização precisa e acionamento de resgate, se necessário.
Muito além da aventura
“A importância da conectividade via satélite se estende a ferrovias, utilities, pesquisa científica, monitoramento ambiental e resposta a desastres”, aponta Flávio Franklin, diretor Brasil da Globalsat Group. A empresa — presente nas Américas desde 1999 — integra tecnologias Direct-to-Device (D2D) e IoT satelital, atendendo energia, governo, defesa, mineração, transporte, agro e outros setores. Em 2025, recebeu da MSUA o prêmio “Outstanding Leadership in Use of a Mobile Solution”, somando-se a reconhecimentos como Frost & Sullivan e o selo GPTW (Brasil).
Quem é Haroldo Nogueira
Com mais de 45 anos de carreira, Haroldo tornou-se referência em documentação de desafios outdoor e off-road. Soma 24 coberturas do Rally dos Sertões (recorde nacional e mundial), passagem pelo Rally Dakar e registros no Alasca, Patagônia, Atacama e Andes. Seu trabalho busca “registrar emoções, superações e o espírito da aventura”, unindo linguagem editorial e precisão técnica de campo.
Siga-nos e saiba mais em @viventeandante e no nosso canal de whatsapp !



