Nova batalha promete cenas mais violentas que GoT e resgata a essência sangrenta de Westeros
A série House of the Dragon está prestes a virar o jogo. Após uma segunda temporada criticada por ter poucas batalhas, a produção prepara uma sequência extremamente violenta para a terceira temporada: a morte de Lord Glendon Footly, que será partido ao meio por uma espada de aço valiriano.
Interpretado por Adam Brown (O Hobbit), o personagem é um dos senhores de Tumbleton e protagoniza um momento brutal que já está sendo comparado a cenas famosas de Game of Thrones. A execução será feita por Ser Jon Roxton, aliado dos Verdes e dono da espada Orphan-Maker – ou “Fazedora de Órfãos”. A morte não será apenas física: será simbólica, política e emocional.
Crítica à falta de batalhas pode se tornar o maior trunfo da série
A ausência de batalhas épicas foi a maior crítica da segunda temporada. A expectativa dos fãs estava centrada na Dança dos Dragões, uma guerra civil entre os Targaryen que prometia confrontos em larga escala com dragões, casas nobres em guerra e sangue derramado. Mas os episódios recentes entregaram mais diálogo do que ação.
Contudo, a terceira temporada parece determinada a reverter isso com um foco mais intenso em batalhas. E não são apenas batalhas comuns, são batalhas com dragões em seu auge, em um Westeros mais vibrante, poderoso e ameaçador do que o visto em Game of Thrones.
Por que a morte de Footly é tão impactante?
Na obra Fogo & Sangue, Glendon Footly é uma figura secundária que se torna vítima do caos instalado em Tumbleton. Quando Ser Jon Roxton tenta tomar sua esposa à força, ele reage, e paga com a vida. O corte com a Orphan-Maker é descrito de forma tão cruel quanto sarcástica: Roxton afirma que a espada também “faz viúvas”.
A cena já está sendo comparada ao momento em que Daemon Targaryen decapita Vaemond Velaryon, mas promete ser ainda mais gráfica e emocionalmente carregada. É o tipo de momento que marca temporadas, provoca debates e gera memes, ou seja, tudo o que uma boa série de fantasia precisa.
Dragões, guerra civil e a chance de superar Game of Thrones
A crítica especializada aposta que, se a série quiser realmente deixar a sombra de Game of Thrones, precisa entregar batalhas cinematográficas de tirar o fôlego. É isso que os fãs esperam da história que mostra a dinastia Targaryen em seu auge, onde dragões eram armas vivas e a guerra era inevitável.
Diferente de Game of Thrones, que só usou dragões em batalhas específicas (e nem sempre com êxito, como no criticado episódio da Batalha de Winterfell), House of the Dragon tem a chance de fazer melhor. A sequência da Batalha de Tumbleton, que inclui a morte de Footly, pode se tornar a melhor cena de guerra da franquia, se bem executada.
A HBO sabe que carrega um fardo pesado: a conclusão divisiva de Game of Thrones ainda paira sobre o universo criado por George R.R. Martin. Mas House of the Dragon tem armas únicas para brilhar: o cenário político ainda mais tenso, as disputas familiares destrutivas e, claro, dragões com orçamento milionário em CGI.
A série, que estreou com aclamação, agora caminha para um momento decisivo. A terceira temporada deve estrear apenas em 2026, mas já começa a gerar hype pelas decisões ousadas e promessas de violência e emoção à flor da pele.
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