Jeniffer Nascimento acaba de lançar, nesta sexta-feita (21), o single “É Preciso Ter Coragem”, um samba inspirado em um poema autoral que ela apresentou no Festival Negritudes. A princípio, a forte repercussão do texto motivou a artista a transformá-lo em música. E tem uma pegada ótima. Um samba de levante, para cima.
A faixa tem tudo a ver com o momento brasileiro e com o Dia da Consciência Negra. Funciona como um manifesto de empoderamento feminino, exaltando força, autoestima e ancestralidade.
Conversa diretamente, por exemplo, com a Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver, a qual acontece em 25 de novembro em Brasília.

Em 2025, a Marcha reúne mulheres negras do Brasil e de mais de 40 países para reafirmar luta por reparação, democracia e Bem Viver, com concentração no Museu Nacional e apresentações de Larissa Luz, Ebony e Danrlei Orrico.
Os versos de Jeniffer Nascimento destacam exatamente bases da luta da Marcha como coragem e amor-próprio.
A música marca uma nova fase musical na carreira da cantora, mais conectada às suas vivências e ao impacto que deseja provocar por meio da arte.
“Essa música surgiu a partir de um poema que escrevi há uns anos e que declamei no Festival Negritudes. A repercussão foi tão forte que senti que ele precisava virar canção — é quase um manifesto de empoderamento da mulher”, conta Jeniffer, que fez a composição junto com Arthur Marques, compositor de grandes sucessos como “Dona de Mim”, de IZA.
“Levanta essa cabeça / não se esqueça / não tem flor que não floresça”, canta ela, cheia de energia positiva.
Jeniffer Nascimento une beleza e poesia numa canção bonita, daquelas sugestivas para dançar feliz, de forma que ninguém possa tirar sua paz, sabe?
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