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“Zero Grau” investiga identidade feminina e poder nos anos 80

Espetáculo escrito por Beatriz Napolitani estreia no Centro do Rio e mergulha nos dilemas da identidade feminina, ética e poder em uma trama ambientada nos anos 1980.

Por
Redação
Última Atualização 4 de janeiro de 2026
3 Min Leitura
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Uma trama provocadora ambientada nos anos 1980 chega ao coração do Rio de Janeiro. Escrita pela dramaturga carioca Beatriz Napolitani, a peça “Zero Grau” estreia no Centro Cultural Justiça Federal, no Centro, em curta temporada de 9 de janeiro a 8 de fevereiro, com sessões de sexta a domingo, às 19h. O espetáculo investiga os limites entre realidade e ficção, identidade e ética, em um mergulho intenso na construção do feminino em uma sociedade marcada por contradições morais e relações de poder.

A montagem marca o retorno de Beatriz Napolitani aos palcos após uma trajetória de mais de 20 textos teatrais encenados. Além de assinar o texto, ela divide a direção com Lourenço Marques e integra o elenco ao lado de Andrea Cals, Alex Gomes, Michele Capri e Carlos Rosário. “Zero Grau” já passou por espaços importantes da cena carioca, como o Cine Joia, o Teatro Cândido Mendes e a Casa de Cultura Laura Alvim, sempre com boa recepção de público e crítica.

Na trama, Amanda é jovem, rica e profundamente perdida. Filha de uma família abastada e corrupta, ela vive sob a pressão constante de ser bem-sucedida e feliz, mesmo sem saber quem realmente é ou o que deseja. Em meio a um processo de análise psicanalítica, a personagem se depara com uma escolha radical: ser ou não ser. A narrativa dialoga com a obra Hedda Gabler, de Henrik Ibsen, usando a metalinguagem para borrar as fronteiras entre a vida da personagem e a ficção que ela mesma encena. Humor ácido, drama existencial e desconforto ético se misturam ao longo dessa jornada de autoconhecimento.

Ambientada nos anos 80, a encenação aposta em um cenário minimalista com forte diálogo com a linguagem cinematográfica. Projeções audiovisuais e objetos de época — como vitrola, secretária eletrônica e telefones antigos — ajudam a recriar uma década anterior à internet, quando as relações exigiam presença, tempo e escuta. “Zero Grau” propõe perguntas incômodas e atuais: até que ponto somos moldados pela sociedade? Existe algo verdadeiramente autêntico em nós? O espetáculo convida o público a habitar esse território instável entre o desejo e a ética, o individual e o social.

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Serviço – Espetáculo: Zero Grau

Temporada: 9 de janeiro a 8 de fevereiro
Dias e horário: Sexta a domingo, às 19h
Local: Centro Cultural Justiça Federal – Av. Rio Branco, 241, Centro – Rio de Janeiro
Ingressos: R$ 40 (inteira) | R$ 20 (meia)
Vendas: Sympla
Classificação: 14 anos
Duração: 80 minutos
Instagram: @zerograuteatro
Crédito das fotos: Pedro Murad

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Tags:anos 80Beatriz NapolitaniccjfCulturaDestaque no Viventedramaturgia brasileiraespetáculo teatralidentidade femininaPeça teatralTeatroteatro no rioZero Grau
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