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Elas ganham voz: Espetáculo transforma relatos de mulheres em teatro no Rio

Solo criado e interpretado por Juliana Yurk utiliza relatos autobiográficos e memórias familiares para discutir violência sexual, trauma e reparação.

Por Caroline Teixeira
Última Atualização 9 de março de 2026
4 Min Leitura
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O teatro se transforma em espaço de escuta e reflexão no espetáculo Elas ganham voz, solo autoral da atriz e performer Juliana Yurk que aborda temas como violência sexual, trauma e processos de reparação. A montagem faz temporada de estreia até o fim de março no Centro Cultural da Justiça Federal (CCJF), no Rio de Janeiro.

Dirigido por Sol Faganello, o espetáculo reúne relatos autobiográficos e memórias de mulheres da família da artista para construir uma narrativa que discute silenciamento, memória e a necessidade de ampliar o debate público sobre a violência contra mulheres.

Elas ganham voz transforma experiências reais em cena

Em cena, Juliana Yurk combina performance, vídeo, corpo e palavra para construir um relato que mistura memória pessoal e reflexão coletiva. A proposta é transformar experiências de silêncio em narrativa pública.

“Em ‘Elas ganham voz’, eu transformo silêncio em palavra e corpo em memória. É um trabalho que nasce de vivências reais e da escuta das mulheres da minha família, para abrir uma conversa pública sobre violência sexual, trauma e reparação”, afirma a artista.

O espetáculo também propõe um espaço de escuta para o público, abordando o tema da violência sexual de forma direta, mas cuidadosa.

A peça é um desdobramento do curta experimental Elas, lançado em 2022 e dirigido pela própria Juliana Yurk em parceria com Barbara Roma. O filme foi exibido e premiado em festivais no Brasil e no exterior, incluindo o New York International Women Festival e o Festival Internacional de Cine Silente, no México.

A primeira versão cênica do trabalho foi apresentada como ensaio aberto em 2024 no Espaço de Provocação Cultural, em São Paulo, sob orientação de Maria Amélia Farah.

Agora, a montagem ganha temporada de estreia no Rio com direção de Sol Faganello.

Espetáculo propõe reflexão coletiva sobre violência contra mulheres

Para a diretora Sol Faganello, dirigir o espetáculo representou um convite para construir uma reflexão coletiva a partir da linguagem teatral.

“Foi mais do que uma parceria artística. Foi uma convocação para construirmos juntas uma ponte poderosa de reflexão por meio do teatro”, afirma.

Segundo ela, a obra nasce de uma trajetória de enfrentamento, mas também se projeta para o futuro.

“É por todas que precisamos desmascarar a cultura do estupro e continuar a lutar”, diz.

Com duração de 55 minutos e classificação indicativa de 18 anos, Elas ganham voz reúne uma equipe majoritariamente feminina. A trilha sonora original é assinada por Camila Couto e a iluminação por Jessica Catherine.

Serviço – Elas ganham voz

Local: Centro Cultural da Justiça Federal (CCJF)
Endereço: Avenida Rio Branco, 241 – Centro – Rio de Janeiro

Temporada: 3 a 25 de março

Dias e horários: terças e quartas-feiras, às 19h

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada)

Duração: 55 minutos

Classificação indicativa: 18 anos

Ingressos: Sympla.

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Tags:CCJF programação teatroespetáculos no RioJuliana Yurk teatromonólogo violência sexual teatroPecas no rioSol Faganello direção teatroteatro mês da mulher RioTeatro no 4ioteatro no rio
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Caroline Teixeira é estudante de Serviços Jurídicos e Notarial, Psicologia e Psicanálise, apaixonada por palavras, cultura e boas relações, acredita que a arte pode ser uma ótima ferramenta para a evolução da psique humana.
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