Foi a segunda edição que participei. A Heineken 0.0 transformando uma corrida de rua no Rio de Janeiro em um evento que mistura esporte, música e convivência, reposicionando o running como um momento coletivo e social.
A ação marcou mais uma edição do “Rolê 0.0”, iniciativa da marca que ganhou um novo formato ao conduzir os participantes diretamente a um bar, convertendo o pós-prova em celebração. O projeto também serviu como palco para o lançamento do Finish Line Club, primeira plataforma proprietária de corrida da marca.
Diferente do modelo tradicional, em que o foco está no desempenho e no tempo final, a proposta do evento foi deslocar o protagonismo para o encontro. O percurso, realizado pelo Aterro do Flamengo, terminou no Deja Vu Café & Bar, onde os participantes foram recebidos em um ambiente preparado para prolongar a experiência. Em 2025, no Chora Café, em Botafogo, a interação após a corrida foi maior e mais aconchegante.
A corrida contou com a participação das crews 5am Running e Fashion Run Club, que ajudaram a construir o caráter colaborativo da iniciativa.
Mais do que reunir corredores experientes, o evento buscou integrar diferentes perfis, desde iniciantes, passando por influencers, imprensa, e afins, reforçando a ideia de que o running pode ser acessível e social.
Ao final da corrida, a trilha sonora ficou sob responsabilidade da Festa Rara, que assumiu a curadoria musical com um DJ set voltado para música eletrônica.
Heineken 0.0 aposta em nova estratégia no universo running
Com o conceito “a linha de chegada é só o começo”, a ação inaugura uma nova fase da marca dentro do universo esportivo. O lançamento do Finish Line Club indica um movimento estratégico da Heineken 0.0 para ocupar o território da corrida de rua ao longo de 2026. Uma boa ideia, combina com o novo momento mundial.
A iniciativa funciona como um aquecimento para futuros eventos proprietários, consolidando a presença da marca no calendário running e reforçando sua associação com bem-estar, socialização e experiências urbanas.
A proposta do “Rolê 0.0” vai claramente além da corrida. Ao integrar esporte, lazer e cultura, a marca busca construir uma narrativa que dialoga com hábitos contemporâneos, onde o exercício físico também é uma forma de encontro e expressão social.
Nesse contexto, a experiência no Rio de Janeiro evidencia uma tendência crescente: eventos esportivos que deixam de ser apenas competitivos e passam a atuar como plataformas de conexão.
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