Conecte-se conosco

Cinema

Supo Mungam Films lança streaming com cinema independente e autoral

Publicado

em

SupoMungam

A Supo Mungam Films lança no dia 16 de dezembro a “Supo Mungam Plus”, uma nova plataforma brasileira de streaming com foco em cinema independente e autoral. A princípio, vem com um catálogo de filmes contemporâneos, clássicos e obras restauradas do mundo inteiro de grandes diretores e diretoras. Além disso, visa valorizar as novas vozes do cinema mundial.

Uma dedicada curadoria trará todo mês novidades para os assinantes, além de filmes exclusivos, premiados e exibidos nos maiores festivais do planeta como Cannes, Berlim e Veneza.

Entre os títulos já confirmados, estão “O Doce Amanhã” e “Exótica” de Atom Egoyan, “Filhos da Guerra” de Agnieszka Holland, “Quando Éramos Bruxas” de Nietzchka Keene e estrelado pela cantora Björk, “Wendy e Lucy” de Kelly Reichardt.

Calma, tem mais: “Bamako” de Abderrahmane Sissako, “O Funeral das Rosas” de Toshio Matsumoto, “Em Trânsito” de Christian Petzold, “Body” de Malgorzata Szumowska, “Uma Questão Pessoal” de Paolo & Vittorio Taviani, “Verão 1993” de Carla Simón, “A Camareira” de Lila Avilés, “Um Homem Fiel” de Louis Garrel, “Aqueles Que Ficaram” de Barnabás Tóth, “Nico, 1988” de Susanna Nicchiarelli, e dezenas de outros filmes.

Janela

O novo streaming está disponível para qualquer cidade do Brasil, com acesso de forma simples e online através de uma assinatura. Aliás, surge como uma janela cinematográfica virtual para diversas histórias e culturas de mais de 20 países como França, Japão, Alemanha, Mali, Estados Unidos, China, Polônia, Itália, Austrália, México, Islândia, Tunísia, República Tcheca, Espanha, Canadá e muitos outros.

“A criação da nossa plataforma de streaming é uma ideia que tenho desde 2017 e com o início deste projeto, uma extensão do nosso trabalho como distribuidora de filmes independentes, queremos apresentar esses filmes para novos públicos assim como para quem deseja revê-los.”, observa Gracie Pinto, diretora da Supo Mungam Films.

A plataforma oferece 7 dias grátis para o assinante. Através de uma assinatura mensal, por R$23,90, ou anual, por R$199,90, realizada no próprio site da plataforma (www.supomungamplus.com.br), o assinante terá acesso ilimitado para todos os conteúdos da plataforma podendo assistir onde e como quiser: no computador, smartphone, tablet ou TV com os dispositivos conectados à internet. Todos os filmes possuem legenda e estão disponíveis em full HD.

“É muito importante para mim, como mulher, também mostrar obras incríveis de grandes diretoras. Existem muitos filmes que merecem ser vistos. Às vezes ficam escondidos ou passam despercebidos. Nossa intenção é promovê-los através da plataforma, para que se conectem com as pessoas. Acreditamos que podem fazer parte da vida delas, assim como fazem da nossa”, finaliza Gracie Pinto.

Sobre a distribuidora

A Supo Mungam Films é uma distribuidora de filmes independentes, criada em 2014 por Gracie Pinto e Pedro H. Leite. A origem do nome Supo Mungam vem de “magnum opus” (obra-prima, em latim). Cinema é arte, é cultura, é vida!

Ademais, veja mais:

Jeremias – Alma | Nova graphic novel com o personagem da Turma da Mônica

CCXP Worlds | Paramount apresenta Harry Golding e Larry Hama em painel de ‘G.I. Joe Origens: Snake Eyes’

M8 – Quando a morte socorre a vida | Filme denuncia racismo estrutural no Brasil

Cinema

Crítica | ‘Meu Vizinho Adolf’ uma dramédia impactante

‘Meu Vizinho Adolf’ aborda as consequências do nazismo em uma dramédia tocante.

Publicado

em

Após a Segunda Guerra Mundial muitos nazistas se refugiaram na América do Sul, algo que já foi abordado das mais diversas formas no cinema. Meu Vizinho Adolf, traz o tema novamente agora colocando um suposto Hitler como vizinho de um judeu que sofreu com o Holocausto. Um tema delicado que o diretor Leon Prudovsky consegue tratar bem e com um tom de humor mais discreto.

Mr. Polsky (David Hayman) perdeu toda sua amada família e decidiu viver isolado em uma velha casa na Argentina. Sua paz termina quando Mr. Herzog (Udo Kier), um alemão irritadiço, se muda para a casa ao lado. A aparência e o comportamento dele fazem com que Polsky desconfie que seja Adolf Hitler disfarçado.

Um clima triste mas que ainda nos faz rir

O personagem de Hayman passou anos evitando contato humano, sequer aprendeu espanhol, ele carrega uma dor que aperta o coração desde o início. Ainda, assim ele é um velho teimoso e também ranzinza do tipo que nos faz rir. Ao colocar na cabeça que seu vizinho é o próprio Führer, ele tenta alertar as autoridades sem sucesso.

Com isso Polsky começa a estudar a figura funesta para poder provar sua teoria. Todas as brigas e tentativas de invasão e espionagem são divertidas, não é aquele humor de fazer gargalhar e provavelmente não era essa a intenção do diretor. Conforme o filme avança, ambos vão criando uma amizade que obviamente é extremamente incômoda para Polsky. Mas ele começa a achar que estava errado até encontrar provas um pouco mais substanciais.

Um filme simples mas bem feito

Meu Vizinho Adolf não é um longa que exige cenários grandiosos, é tudo muito simples, são poucas locações. O foco são as atuações de David Hayman e Udo Kier que consegue cativar. Ambos os personagens carregam um passado cruel e toda a dor que eles sentem é revivida com força no final. A comédia fica um pouco de lado para falar de algo sério de forma acertada. Ao final temos um bom filme que consegue mostrar a crueldade do nazismo sem ter que colocar nenhuma cena pesada demais.

Estreando hoje nos cinemas brasileiros, Meu Vizinho Adolf é uma boa opção para quem quer fugir dos pipocões. Fique com o trailer:

Por último, leia mais:

Conheça a biografia do controverso Vladimir Putin em HQ

Três Verões | Crítica social que tem a ver com momento do Brasil

Entrevista | ‘A Ruptura’, documentário do diretor Marcos Saboya, aborda a corrupção

Continue lendo
Anúncio
Anúncio

Cultura

Crítica

Séries

Literatura

Música

Anúncio

Tendências