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Matanza Ritual encerra seletivas do Porão do Rock.
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Seletivas Porão do Rock no Circo Voador: Matanza Ritual dita o caos em noite de consagração da Trama

Por Cadu Costa
Última Atualização 7 de maio de 2026
4 Min Leitura
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Foto: Bruno Carinha
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O underground não pede passagem. Ele invade. E foi exatamente assim que a etapa carioca das Seletivas Porão do Rock 2026 tomou de assalto o Circo Voador na última sexta-feira (1º). Suor. Distorção. Dez bandas, com 15 minutos cronometrados cada, entrando na lona para provar que não estavam ali à toa, disputando a unhas e dentes uma vaga para o festival em Brasília.

Aqui não tem filtro. Quem atravessa uma noite dessas chega no Porão do Rock já testado; quem não, fica pelo caminho. Se você entende, você cola. Se não entende, talvez nem aguente ficar até o final.

O triunfo da Trama para o Porão do Rock

A disputa foi acirrada e mostrou a diversidade da cena independente do Rio de Janeiro. Subiram ao palco: Emet, Ereboros, Fire In The Park, Herança Negra, Pic-Nic, Playmoboys, Primadama, Silvertape, Sound Bullet e Trama.

Quem levou a melhor e cravou seu nome no line-up do Porão do Rock foi a Trama. A banda conquistou os jurados e o público com um funk-rock de altíssima qualidade, encorpado por um soul vibrante e, acima de tudo, uma visão social-racial afiada. Uma vitória incontestável.

Banda Trama venceu a Seletivas do Porão do Rock – Foto: Instagram

Trampa: 20 anos de fúria e resistência

Para abrir os shows de encerramento, o palco foi dominado pela brasiliense Trampa. Comemorando 20 anos de estrada, o quinteto entregou um rock pesado radiofônico que dominaria fácil o dial carioca.

Mas a carga política do show foi o que realmente pulsou. A banda não poupou munição em Fogo, com fúria direcionada ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

As homenagens e protestos se costuraram de forma visceral: Te Presenteio Com a Fúria ganhou um trecho de Cálice (Milton Nascimento e Chico Buarque); Haiti explodiu com o cover de Killing In The Name (Rage Against the Machine); e ainda sobrou espaço para a densa Deus Lhe Pague.

O encerramento com Piedade deixou a lona devidamente aquecida.

Banda Trampa fez um show pesado e com muita voz – Foto: Bruno Carinha

O caos catártico do Matanza Ritual

E então, o Matanza Ritual assumiu a linha de frente para reger o caos. A apresentação foi a catarse de sempre, transformando a pista do Circo Voador em uma imensa roda de pogo que abria e fechava ao comando das guitarras.

No controle, Jimmy London segue sendo um dos maiores showmen do país. A interação com o público beira o folclórico: recebidos pelos gritos “carinhosos” da plateia, os músicos desfilaram um countrycore de altíssima qualidade.

Quando os riffs de Pé na Porta e Soco na Cara e A Arte do Insulto rasgaram as caixas de som, a lona quase veio abaixo.

A agressividade divertida e contagiante tomou conta da noite, com o público berrando a plenos pulmões hinos desajustados e etílicos como O Chamado do Bar, Bom é Quando Faz Mal e O Clube dos Canalhas.

Misturando essas pedradas clássicas com sons do disco novo, a banda segurou a energia da pista no limite máximo até o encerramento explosivo com Interceptor V6.

Foi a confirmação definitiva de que o Matanza Ritual mantém intacto o título de uma das experiências mais viscerais da música nacional.

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Matanza Ritual encerrou a noite de seletivas do Porão do Rock – Foto: Bruno Carinha

Leia mais:

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Tags:circo voadorMatanza RitualmúsicaPorão do RockshowsTramaTrampa
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PorCadu Costa
Cadu Costa era um camisa 10 campeão do Vasco da Gama nos anos 80 até ser picado por uma aranha radioativa e assumir o manto do Homem-Aranha. Pra manter sua identidade secreta, resolveu ser um astro do rock e rodar o mundo. Hoje prefere ser somente um jornalista bêbado amante de animais que ouve Paulinho da Viola e chora pelos amores vividos. Até porque está ficando velho e esse mundo nem merece mais ser salvo.

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