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Cinema e StreamingCrítica

Ithaka: A Luta de Assange | Filme é necessário e busca ser libertador

Por Alvaro Tallarico
Última Atualização 24 de agosto de 2023
3 Min Leitura
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Um lindo filme. Sobre liberdade de expressão, sobre amor paterno. Vemos a luta do ativista e pai de Julian Assange, John Shipton, para tirar seu filho da prisão no documentário “Ithaka: A Luta de Assange”, com direção e roteiro de Ben Lawrence, o qual nos entrega um documento audiovisual sobre temas relevantes e necessários.

Um grande diferencial é a perspectiva única de Shipton como pai e apoiador de Julian Assange e como isso adiciona uma dimensão pessoal e emocional à narrativa sobre a batalha legal e política que atrai a atenção global. John viaja o mundo propagando e lutando por direitos humanos, liberdade de imprensa e buscando apoio para seu filho.

É deveras interessante entender a história dessa paternidade, onde ficaram sem contato durante muitos anos até voltarem a se falar e todo o contexto da família de Assange. Por exemplo, o sofrimento da noiva e a caçada a Julian. Humaniza o jornalista e nos conecta mais com sua jornada e com o filme. Ponto para Ben Lawrence.

Aliás, veja o trailer de “Ithaka: A Luta de Assange” e siga lendo:

A princípio, o ativista australiano Julian Assange é o prisioneiro político mais notório da atualidade. Sua condenação nos Estados Unidos levanta preocupações sobre a liberdade de imprensa em escala global. Nascido na Austrália, Assange é o fundador do Wikileaks, criado em 2006, mas que ganhou destaque em 2010 ao divulgar documentos secretos do Exército Americano relacionados à Guerra do Afeganistão, entre outros. Desde sua prisão em 2019, quando residia no Equador e havia buscado asilo político, ele se encontra detido na prisão de segurança máxima de Belmarsh, na Inglaterra. Até hoje, os Estados Unidos estão em busca de sua extradição.

“Ithaka: A Luta de Assange” acompanha tudo de uma forma dinâmica, resumindo fatos e juntando peças. Há sim aqueles depoimentos tradicionais do gênero documentário, mas, não entedia. Ao mesmo tempo, a trilha sonora de Brian Eno mantém um suspense e um tom de investigação. Enquanto isso, as informações saltam na tela, como algumas relevantes descobertas de Julian sobre a Guerra do Afesganistão. É jornalismo investigativo sobre um jornalista investigativo.

Por fim, o filme nos ajuda a entender mais sobre o conceito de liberade e no estranho mundo em que vivemos, onde estamos â mercê de poderosos. Julian paga um preço pesado por sua coragem e por fazer um jornalismo independente e realmente útil. O documentário “Ithaka: A Luta de Assange”, com distribuição da Pandora Filmes, estará exclusivamente nos cinemas a partir de 31 de agosto. Vale a pena.

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Tags:critica ithakacritica Ithaka A Luta de Assangejornalismo investigativoo que e wikileaks
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Jornalista especializado em Jornalismo Cultural pela UERJ.
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