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(Auto)liderança antifrágil | Conheça uma metodologia para ter mais foco

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Capa de Autolideranca de antifragil

Foi em um momento sensível fora do trabalho que o gestor de projetos Victor de Almeida Moreira buscou inspiração na área profissional para ter sucesso no maior compromisso que poderia assumir: a própria vida. A metodologia desenvolvida pelo especialista, que liderou equipes em empresas como Vale, Deloitte e Anglo American, está no livro (Auto)liderança antifrágil, publicado pela Editora Gente.

Victor propõe soluções para os problemas consequentes de um mundo cada vez mais volátil e instável. Falta de foco, paralisia diante da pressão, acúmulo de tarefas e estagnação são alguns exemplos de obstáculos que podem ser driblados com a metodologia 5 As: autoconsciência, autorreflexão, autorresponsabilidade, autoignição e autorregulação.

Um capítulo é destinado a cada uma das etapas do método. Segundo o autor, o primeiro passo é a autoconsciência porque é nela que tudo começa. “Ela é a base do seu projeto de vida, os alicerces nos quais você se estruturará e viverá os seus dias”, explica. Victor criou dois princípios essenciais para desenvolver esta habilidade: o gerenciamento de perícia e comunicação e o gerenciamento de circunstâncias.

Nesta etapa, é necessário definir com precisão quais são as suas forças e qual é o seu potencial principal, aquilo em que você é ótimo, em que pode ser considerado perito. Por isso o nome gerenciamento de perícia.
Esse processo vai apontar qual é sua função no mundo.
Nessa autoavaliação, não foque atenção apenas nas coisas em que você já é competente.
((Auto)Liderança antifrágil, p. 83)

Com referência de especialistas como Nassim Taleb, Jordam Peterson e Zygmunt Bauman, a estreia de Victor na literatura é um estímulo para que o leitor faça de si mesmo um referencial. “(Auto)liderança antifrágil é sobre isso: ser a própria referência para todas as áreas da vida”, resume.

FICHA TÉCNICA:
Título: (Auto)liderança antifrágil
Autor: Victor de Almeida Moreira
Número de páginas: 192
ISBN: 978-65-88523-49-0
Formato: 16 x 23 cm
Preço: R$ 59,90
Link de venda: Amazon

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Literatura

Confira a resenha do livro ‘Eu Protesto’, por Paty Lopes

Obra traz olhares significativos

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E sempre vamos protestar!

Eu protesto! E sempre vamos protestar!

“Mas Paty, já incluímos política na leitura infantil?” Sim! Seus filhos já protestam ao nascer, ao sair do útero quentinho e confortável por onde esteve 9 meses. Depois protesta pelo peito, pela fralda que deve ser trocada e consequentemente com o passar do tempo para não usar fralda. Logo, escolhem as roupas e protestam quando querem usar uma roupa que não interessa!

Protestam por espaços e devem entender que a escola, por exemplo, é um direito adquirido e deve-se ocupar e protestar o quanto for necessário por ela.

A democracia, o que deve ser ensinada desde sempre, é pertinente no livro, imprimir opiniões é um direito de TODOS, seja na rua ou em casa, principalmente em casa onde tudo começa. Onde as escutas são sagradas para os pais notarem comportamentos a serem corrigidos ou incentivados.

E protestamos para salvar florestas, espaços públicos, os teatros, museus, tudo que constrói uma sociedade mais sã, para isso que existe o protesto.

O livro amplia a ideia de vivermos com objetivos em comum, isso também é importante, não vivemos sozinhos, aprender a viver em sociedade tem grande importância.

Não vejo o livro “Eu Protesto” como uma leitura com vertente para direita ou para esquerda, aliás isso não chega a narrativa, mas as cores são voltadas para o vermelho, que nos levando ao partido dos trabalhadores, não serei leviana com os meus leitores.

A ilustração é mais madura, não vejo como um livro para crianças em aprendizado, elas não irão se conectar com facilidade, são ilustrações menos coloridas. Geralmente as cores chamam mais atenção do pequeno.

O livro tem um propósito que é politizar os pequenos, então o conteúdo dele aposta nas narrativas, desde a menor idade, ao começar com a figura de um carrinho de bebê.

Acho pertinente o livro, desde que saibamos se é indicado a idade e aceitação da criança. Penso que não temos como limitar cada pequeno. Um dia vi uma criança autista desenhando com as duas mãos, logo entendo que a capacidade intelectual e seja qualquer outra, independe.

O que acho bem interessante é o encontro de dois professores de estados diferentes e gêneros diferentes, escreverem um livro, isso contribui com olhares significativos, mais um motivo para inserirmos a leitura nas escolas também!

A história

Este livro nasceu do encontro da escritora Laura Erber com as ilustrações dos cartazes da Greve dos Professores de 2017, realizados pelo artista Frederico Ravioli. Naquele momento, Ravioli, envolvido com a luta dos professores em defesa da convenção coletiva das escolas particulares e contra a reforma trabalhista, que o então recém-empossado presidente Michel Temer havia proposto, produzia as imagens de divulgação dos protestos com desenhos feitos a mão, de maneira simples, direta e abrangente, para que todas as pessoas, de diferentes idades e contextos sociais, compreendessem rapidamente as mensagens deles. Assim, Laura entrou em contato com Frederico e propôs a realização de um livro para crianças e adolescentes que teria a característica de pensar imagens e textos relativos às diferentes formas de protesto que exercemos ao longo da vida e enquanto sociedade.

Nasceu, então, “Eu Protesto!”, apresentado pela primeira vez para a GLAC em julho de 2020.

Autores

Laura Erber é escritora, artista visual e professora. Sua prática artística se caracteriza pelo constante trânsito entre linguagens. Recebeu bolsas do Le Fresnoy (França) e Akademie Schloss Solitude (Alemanha). Em 2015, com o crítico Karl Erik Schøllhammer fundou a editora digital Zazie Edições, voltada para ensaios sobre arte, teoria e crítica. Vem publicando livros infantis e de crítica de arte e atualmente é Professora Visitante de Estudos Brasileiros da Kbenhavns Universitet – Institut for Engelsk, Germansk og Romansk.


Frederico Ravioli é artista visual e professor. Formado em bacharelado e licenciatura em Artes Visuais pela UNESP, trabalha com infláveis de lona plástica, pintura, escultura e performance, muitas vezes levando suas produções para o interior de manifestações e protestos. É cooperado da Arco Escola Cooperativa, onde leciona desde 2019.

Editora

​GLAC é uma palavra aglutinante, uma palavra que entala na boca do estômago. É uma onomatopeia, é o som de uma gosma, de uma meleca em colisão com uma superfície lisa. Por isso suas letras se apresentam assim grudadas, inseparáveis. É uma palavra-tiro que emperra, que explode em si mesma. E é essa a radicalidade que queremos incrustar em quem nos lê.

​A GLAC edições surgiu de modo experimental, em 2016, por meio da publicação “Em vista de uma prática ready-made”, uma coletânea de textos da coletiva de arte francesa Claire Fontaine; e pela organização do primeiro seminário do programa de debates “Cidadãos, Voltem pra Casa!”, que teve lugar na Oficina Cultural Oswald Andrade.

Este é o primeiro livro infantil da editora, que inicia o esforço de apontar o horizonte da autodeterminação às crianças, para que elas possam se realizar como sujeitos ativos criticamente na sociedade.

FICHA TÉCNICA

Título: Eu protesto!
Autorias: Laura Erber & Frederico Ravioli
Ilustrações: Frederico Ravioli
Edição: Leonardo Araujo Beserra
Projeto gráfico: Laura Erber
Diagramação: Leonardo Araujo Beserra
Revisão: Paloma Durante
Série: Criança Autônoma

Ano: junho de 2023
Páginas: 24
Tipo: canoa/grampo
Formato: 19 X 22 cm
Peso: 200g

ISBN: 978-65-86598-21-6
SKU: 9786586598216

Compre aqui: Amazon

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