Saturday, December 3, 2022

‘Madre Teresa: Amor Maior Não Há’ resgata a dignidade humana

“Tenho sede”. Madre Teresa: Amor Maior Não Há (Mother Teresa: No Greater Love) é um daqueles filmes necessários, sabe? Para a gente se dar conta do quanto de pobreza e miséria existem no mundo e o que significam as palavras bondade e caridade.

O longa-metragem surge vinte e cinco anos após a morte de Madre Teresa, grande símbolo espiritual do século XX. Há filmagens pelos cinco continentes, temos diversas imagens no Brasil inclusive, mostrando o trabalho da congregação que ela fundou em Calcutá e que está presente em mais de 130 países, com cerca de quatro mil e 500 membros: Missionárias da Caridade.

Madre Teresa de Calcutá dizia ver Cristo nas faces dos desamparados e comparava isso com a eucaristia. Sua abnegação e dedicação aos pobres era realmente inspiradora. O filme é bem editado e não cansa, pelo contrário, emociona em muitos momentos e impressiona.

Aliás, veja o trailer, e siga lendo:

Entre usuários de drogas que vivem quase como zumbis, doentes terminais e pessoas com deficiências diversas, não é fácil ver imagens de gente tão necessitada e desamparada. São muitos os esquecidos e abandonados pela sociedade. Contudo, lá estão as Missionárias da Caridade, dando mais do que café e pão, oferecendo amor e carinho, e, acima de tudo, dignidade.

As declarações de como Madre Teresa não julgava a ninguém e ajudava a todos são lições de vida extraordinárias. O longa consegue ilustrar com eficiência a forma como ela representava a oração de São Francisvo de Assis: “Senhor, Fazei de mim um instrumento de vossa Paz. Onde houver Ódio, que eu leve o Amor, Onde houver Ofensa, que eu leve o Perdão”.

Enfim, Madre Teresa: Amor Maior Não Há será exibido exclusivamente em mais de 85 salas de cinemas brasileiros nos dias 21, 22, 28 e 29 de novembro de 2022, com distribuição da Kolbe Arte Produções. Indubitavelmente, é uma bela homenagem a Madre Teresa, contando sua biografia, desde sua infância até o fim da vida. Ainda por cima traz todo um contexto histórico da Índia, em especial, Calcutá, é claro. Além de cinematograficamente não decepcionar, ao mesmo tempo é um poderoso testemunho da verdadeira caridade cristã e um gole para aqueles que têm sede. Não de água, mas de esperança.

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