Com medida do visto em vigor desde 1º de junho, passagens ficam em média R$943 mais baratas para a China
A decisão do governo chinês de isentar brasileiros da obrigatoriedade de visto para entrada no país já começa a impactar o turismo. Segundo levantamento do buscador de viagens KAYAK, a procura por voos do Brasil para a China cresceu 68% após o anúncio da nova política, feito em 15 de maio pelo Ministério das Relações Exteriores da China. A medida entrou em vigor no dia 1º de junho de 2025 e segue válida, a princípio, até maio de 2026.
A isenção permite estadia de até 30 dias e também contempla cidadãos da Argentina, Chile, Peru e Uruguai. O objetivo é fortalecer os laços diplomáticos e comerciais com países da América do Sul.
Com a novidade, o preço médio dos voos caiu de R$11.245 para R$10.302, uma redução de 8%. Os dados referem-se a passagens de ida e volta, em classe econômica, com embarque entre junho e dezembro de 2025.
“O impacto é significativo. Os brasileiros já demonstram entusiasmo em explorar destinos com forte apelo cultural, histórico e natural”, destaca Gustavo Vedovato, country manager do KAYAK no Brasil.
Por que conhecer a China?
O KAYAK selecionou quatro razões que justificam o aumento do interesse:
- Pequim: A capital da China possui seis Patrimônios Mundiais da UNESCO, como a Cidade Proibida, o maior palácio do mundo.
- Grande Muralha: Com mais de 21 mil km de extensão, oferece trechos restaurados ideais para turistas, como Badaling e Mutianyu.
- Xangai: Os templos budistas Jing’an e Jade Buddha são atrações imperdíveis para quem busca cultura e espiritualidade.
- Guangzhou: A cidade abriga a Torre de Cantão, estrutura mais alta do país, com vista panorâmica do Rio das Pérolas.

Apesar do entusiasmo, a viagem ainda exige planejamento financeiro. “Não é um destino barato, mas há formas de tornar a experiência mais acessível com pesquisa e organização”, reforça Vedovato.
Como aproveitar a isenção de visto
Brasileiros interessados devem portar passaporte válido e respeitar o limite de permanência de 30 dias. A recomendação é emitir passagens com antecedência e considerar datas com menor fluxo turístico para garantir preços mais baixos.
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