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Turismo

Passagens aéreas mais baratas? Brasil apresenta plano para baratear voos e reduzir impacto da guerra

Proposta apresentada na World Travel Market Latin America 2026 busca conter impacto da alta dos combustíveis no turismo.

Por Alvaro Tallarico
Última Atualização 14 de abril de 2026
7 Min Leitura
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O coqueiro deitado de Aventureiro (foto: Alvaro Tallarico)
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O Brasil entra no centro do debate internacional sobre o custo das passagens aéreas ao apresentar uma medida emergencial para reduzir o impacto da alta global dos combustíveis no setor. Durante a World Travel Market Latin America 2026, em São Paulo, o governo brasileiro detalha uma ação que zera temporariamente tributos sobre o querosene de aviação, tentativa direta de conter os efeitos econômicos da instabilidade internacional no turismo.

A iniciativa surge em resposta às tensões no Oriente Médio, que pressionam o preço do combustível e impactam diretamente o transporte aéreo em escala global. Com isso, o custo das passagens se torna um dos principais desafios para países que dependem do turismo como motor econômico.

Como baratear as passagens aéreas? Medida zera tributos sobre combustível de aviação

O plano apresentado pelo ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, prevê a redução a zero das alíquotas de PIS/Pasep e Cofins incidentes sobre o querosene de aviação, conhecido como QAV. O decreto foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva como parte de um pacote emergencial para proteger o setor.

A proposta busca aliviar um dos principais custos das companhias aéreas, que têm repassado o aumento do combustível diretamente ao consumidor final. Ao reduzir esse peso tributário, a expectativa é diminuir a pressão sobre o preço das passagens e estimular a retomada do turismo.

Segundo o ministro, a medida representa uma resposta rápida a um cenário internacional adverso. Ao apresentar a iniciativa a representantes de outros países latino-americanos, o governo brasileiro reforça a tentativa de posicionar o país como referência em soluções para o setor.

Interesse internacional e possível efeito regional

A repercussão entre os países da América Latina foi imediata. Representantes estrangeiros demonstraram interesse em replicar a estratégia brasileira como forma de enfrentar desafios semelhantes em seus próprios mercados.

O representante do turismo do México, Miguel Rodriguez, afirmou que pretende levar a proposta para análise em seu país, destacando o potencial da medida para beneficiar tanto turistas quanto cidadãos. A apresentação também contou com a presença do embaixador mexicano no Brasil, Carlos Zepeda.

O movimento indica que a iniciativa pode ter impacto além das fronteiras brasileiras, contribuindo para uma possível coordenação regional diante da crise global no setor aéreo.

Além da medida emergencial, o encontro também reforça a importância da cooperação entre países latino-americanos para o desenvolvimento do turismo. Durante o evento, o ministro brasileiro defende a construção de uma agenda conjunta, baseada na troca de experiências e na valorização das particularidades de cada nação.

A discussão ocorre no âmbito do Ministers’ Summit, que reúne autoridades de diversos países para debater políticas públicas e estratégias para o setor. Entre os participantes estão representantes de Uruguai, Chile, Panamá, Guatemala e Santa Lúcia.

A proposta é fortalecer a integração regional como forma de enfrentar desafios comuns, como a alta de custos, a necessidade de infraestrutura e a busca por modelos mais sustentáveis de turismo.

Turismo brasileiro vive momento de crescimento

Durante sua participação no evento, o ministro também destaca indicadores positivos do turismo no Brasil. Dados recentes apontam crescimento no número de turistas internacionais, com recordes registrados no primeiro trimestre do ano.

Embratur entrega Plano Brasis aos estados e celebra alta histórica do turismo no Brasil
Pico da Tijuca (foto: Alvaro Tallarico)

Esse cenário reforça a importância de medidas que garantam a competitividade do país no mercado global, especialmente em um contexto de aumento de custos operacionais.

O governo também aposta em investimentos em infraestrutura, com destaque para a ampliação e modernização de aeroportos por meio de programas como o novo PAC. A estratégia busca aumentar a conectividade e facilitar o acesso a diferentes regiões do país.

Apesar dos avanços, o ministro aponta que um dos principais desafios é expandir o turismo para além dos grandes centros. Regiões do Sul e Sudeste já operam próximas do limite em termos de capacidade aeroportuária, enquanto outras áreas ainda têm potencial a ser explorado.

A interiorização do turismo surge como prioridade, com foco em diversificar destinos e distribuir melhor o fluxo de visitantes. Essa estratégia também está alinhada com a proposta de desenvolvimento sustentável, valorizando diferentes biomas e regiões do país.

Entre os exemplos citados estão destinos como Fernando de Noronha, Pantanal e Amazônia, que combinam preservação ambiental e potencial turístico.

Sustentabilidade como eixo estratégico

O tema da sustentabilidade também ganha destaque nas discussões da WTM Latin America. Com o conceito “Regenerar. Restaurar. Reconectar: Viajar com propósito”, o evento reforça a necessidade de alinhar crescimento econômico com preservação ambiental.

O Brasil destaca avanços recentes na redução do desmatamento e na conservação de seus biomas como parte de uma estratégia que impacta diretamente o turismo. A preservação ambiental é vista como um diferencial competitivo no cenário internacional.

deck da Lagoa, Rio de Janeiro em foto de Alvaro Tallarico
Lagoa, Rio de Janeiro, em foto de Alvaro Tallarico

A iniciativa de zerar tributos sobre o combustível de aviação coloca o Brasil no centro de um debate mais amplo sobre o futuro do transporte aéreo em tempos de instabilidade global.

Com a pressão constante sobre os custos operacionais, soluções fiscais e políticas públicas tendem a ganhar protagonismo na tentativa de manter o setor competitivo e acessível.

A proposta brasileira, ao despertar interesse internacional, pode se tornar referência para outros países que enfrentam desafios semelhantes, reforçando o papel da cooperação regional em momentos de crise.

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PorAlvaro Tallarico
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Jornalista especializado em Jornalismo Cultural pela UERJ.

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