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Praia do Sono é um paraíso no Estado do Rio de Janeiro | Cultura Caiçara

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Chegar na Praia do Sono é querer deitar numa rede e curtir a máxima expressão daquele velho e conhecido pecado: a preguiça. Eita lugar bom para acampar!
A praia já tem esse nome por causa das montanhas que a cercam e fazem o sol nascer mais tarde e se pôr mais cedo.

Existem várias redes presas em árvores espalhadas, e, se você for seduzido por uma delas, corre o risco de deitar e ficar contemplando em um estado de ócio divino o vai e vem das ondas do mar.

As únicas maneiras de se chegar é por uma trilha que começa no Condomínio Laranjeiras que dura 1h30 ou pegar um barco dentro do mesmo condomínio. Uma viagem de cerca de dez minutos (entre 30 e 40 reais). Fomos de trilha 🙂

Outra alternativa é pegar o barco na praia do Meio, em Trindade (20 minutos).

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Para falar a verdade, a trilha é tranquila, aberta e fácil, uma caminhada com bastante sombra premiada por uma vista deslumbrante no final. Bem interessante, bonita e aprazível. Lá pro finzinho da praia tem um rio e a trilha para as praias de Antigos, Antiguinhos, Ponta Negra e outras (destaque para a Cachoeira do Saco Bravo, um poço em frente ao mar).

Uma das maiores graças da Praia do Sono é caminhar por uma trilha fácil de 15 minutos na maior paz e chegar na cachoeira Poço do Jacaré. Toma um banho de mar, depois um de cachu, depois um de mar, deita na rede; curte o céu estrelado de noite, e, muitas vezes, um som ao vivo. Ou uma fogueira e um lual. Essa é a vibe.

A Comunidade da praia do Sono conta com aproximadamente 46 famílias. Lá não tem luz elétrica, por isso, quando há sobra de peixe, muitos fazem o peixe seco (não precisa botar na geladeira). São limpos e pendurados em varais, por uns 3 dias. Também tem o café de cana, coando o pó do café com o suco da cana-de-açúcar. Ô, delícia! 😀

Em muitas casas, ainda tem cozinha com chão de terra e fogão à lenha, galinheiro, peça de madeira para moer cana e mandioca, tacho para cozinhar, entre outros. A cultura caiçara ainda tem sua força na Comunidade da Praia do Sono.

Vez ou outra tem um slackline por lá esperando uma brincadeira.

Como chegar:

De Paraty, você precisa pegar um ônibus para Trindade. Para quem vai de carro pode pegar a Rodovia Rio Santos (sentido Ubatuba), entrar na estrada de Trindade e seguir as placas que indicam para o condomínio Laranjeiras ou para a Praia do Sono (bem sinalizado e fácil de achar).

Notícias

Entenda os acordos entre Brasil e Portugal que estimulam turismo, comércio, investimentos e mais

Especialista em imigração e nacionalidade portuguesa afirma que acordos entre os países estimulam aumento do comércio, investimentos mútuos e desenvolvimento econômico

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VInhos em Portugal

Recentemente, Brasil e Portugal firmaram 13 acordos nas áreas de educação, turismo, direitos humanos, energia, saúde, produção audiovisual e geologia. Os pactos serão responsáveis por muitas mudanças nos países.

Maurício Gonçalves, advogado especialista em imigração e nacionalidade portuguesa há mais de duas décadas, afirma que essa é uma estratégia para fortalecer as relações diplomáticas.

“Isso pode levar a um aumento do comércio, investimentos mútuos e cooperação em diversas áreas, além da promoção do desenvolvimento econômico de Brasil e Portugal”, comenta.

Cooperação bilateral

Um dos acordos, por exemplo, tem como base o entendimento para a elaboração de mecanismos de cooperação bilateral que visam a promoção e defesa dos direitos de pessoas com deficiência. O especialista em imigração diz que isso reflete o compromisso conjunto das nações com a promoção e proteção dos direitos humanos.

“Essa cooperação fortalece o respeito aos direitos fundamentais e contribui para a criação de um ambiente mais inclusivo e justo, tanto nos dois países quanto em outros lugares. É uma forma de promover a igualdade de oportunidades para todos”, diz Maurício.

De acordo com os memorandos, haverá ações que estimulam e capacitam negócios entre pequenas e médias empresas, com eventos de promoção comercial, seminários e webinars. Assim como também promoverá a internacionalização de startups com potencial de crescimento e base tecnológica.

Aliás, veja a famosa Ponte Dom Luiz I abaixo, e siga lendo:

“Essa é uma maneira de permitir que empresas brasileiras e portuguesas expandam seus negócios no mercado do outro país, bem como facilitem sua entrada no mercado europeu. É muito válido também dedicar o olhar às pequenas empresas, pois elas são um importante motor de criação de empregos em uma economia. Ao promovê-las, há um estímulo direto à geração de postos de trabalho, reduzindo o desemprego e beneficiando o crescimento econômico”, enfatiza Maurício.

O acordo da área de turismo, assinado pela Embratur e o Instituto Público do Turismo de Portugal, tem como objetivo a cooperação para o desenvolvimento do setor, com ênfase no intercâmbio de informações e promoção dos destinos turísticos. “Sem dúvidas, essa medida vai atrair ainda mais turistas”, menciona o especialista.

Portugal e Brasil também assinaram um acordo sobre energia, o qual mudará a forma de se pensar sobre ela. O pacto aponta para um viés sustentável, voltado à energia renovável e eficiência energética.

A promoção de energias renováveis contribui para diversificar a matriz energética dos países, reduzindo a dependência de fontes tradicionais não renováveis, como o petróleo e o carvão. Isso aumenta a segurança energética, tornando-os menos vulneráveis às variações dos preços do petróleo e a possíveis interrupções no fornecimento.

Educação: Acordo para a concessão de equivalência de estudos entre os sistemas de ensino de Brasil e Portugal

O advogado ressalta que um dos destaques entre os acordos firmados é o reconhecimento automático de notas escolares dos ensinos médio e fundamental de brasileiros que querem viver em Portugal. Conforme o governo lusitano, existem aproximadamente 5 mil processos no consulado aguardando a equivalência escolar.

O acordo valerá para os níveis de ensino fundamental e médio, do Brasil, e básico e secundário, de Portugal. A mudança facilitará ainda o acesso dos brasileiros ao ensino superior luso. Hoje, existem cerca de 19 mil alunos brasileiros nas universidades portuguesas.

Os brasileiros enfrentam um processo com várias etapas para reconhecimento. Inicialmente, é preciso obter o histórico escolar e o certificado ou o diploma de conclusão dos cursos, ambos com o chamado apostilamento de Haia, um certificado internacional de autenticidade, obtido em cartório.

Na sequência, deve-se submeter os documentos ao consulado do Brasil, que vai emitir a chamada declaração de escala de notas e nota mínima. Depois, é necessário ir a uma escola pública da área de residência do requerente, na qual o pedido de equivalência é submetido e concluído.

O fim da necessidade de passar pelo consulado brasileiro deve agilizar as solicitações. Os cidadãos poderão se dirigir diretamente aos estabelecimentos de ensino e apresentar a papelada comprobatória.

Em seguida, papo com o artista português Tiago Nacarato:

De acordo com o Governo Federal, foram mantidas conversas também sobre acordos para a facilitação do reconhecimento de diplomas do ensino superior.

“O acordo no campo educacional tem como objetivo estabelecer as bases jurídicas para atender a pedidos de concessão de equivalência curricular para estudantes dos dois países. Ele determina ainda que as equivalências de habilitações serão concedidas tendo em consideração o número de anos de escolaridade concluídos com aproveitamento no sistema educativo de origem e o curso ou a natureza da formação”, explica Maurício Gonçalves.

A equivalência de estudos entre os dois países entrará em vigor 30 dias após a recepção da última notificação, por escrito e por via diplomática, do cumprimento dos requisitos necessários.

Carteira de motorista

Outra questão que vai facilitar a vida de brasileiros é o memorando de entendimento para promover o reconhecimento mútuo de títulos de condução. Os dois países vão fazer o reconhecimento dos documentos, ou seja, as carteiras de motorista passam a valer em Portugal e Brasil. “O objetivo é facilitar a circulação rodoviária segura dos condutores nos dois territórios”, conclui o especialista em imigração.

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