O mundo virou os olhos para o Brasil na noite da virada. Considerado oficialmente pelo Guinness World Records como o maior réveillon do planeta, o Rio Réveillon 2026 reuniu impressionantes 5,1 milhões de pessoas em uma celebração grandiosa, distribuída por 13 palcos espalhados pela cidade, consolidando o evento como o mais monumental, inovador e simbólico da história das festas de Ano Novo.
A Praia de Copacabana foi novamente o coração pulsante da virada. O público acompanhou um espetáculo pirotécnico de 12 minutos, com fogos lançados de 19 balsas ao longo da orla, coreografados a uma trilha sonora exclusiva. O céu da cidade ganhou ainda um capítulo inédito: um balé aéreo com 1.200 drones, que desenharam símbolos icônicos como o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar, além de imagens abstratas e uma escultura gigante de rosto humano “saudando” a chegada de 2026. A criação foi assinada por Alok em co-criação com Abel Gomes, da SRCOM, empresa responsável pelo evento pelo 18º ano consecutivo.
Shows históricos e encontros inesquecíveis no Rio
No Palco Rio, em frente ao Copacabana Palace, a música brasileira protagonizou momentos que já entram para a memória coletiva. Gilberto Gil, com a turnê Tempo Rei, emocionou ao dividir o palco com Ney Matogrosso em interpretações marcantes como “Se eu quiser falar com Deus” e “Esotérico”. Ney ainda incendiou o público com “Pro Dia Nascer Feliz” e “Balada do Louco”.
Na sequência, Belo chamou Alcione, que levou Copacabana ao delírio com clássicos como “Não deixe o samba morrer”. Após os fogos, João Gomes manteve a energia no alto e recebeu Iza, que brilhou ao cantar “Fé” diante de uma multidão em êxtase.

Já na madrugada, Alok transformou a Princesinha do Mar em uma imensa pista de dança, combinando música eletrônica, efeitos visuais, pirotecnia e o aguardado espetáculo de drones. O encerramento ficou por conta da G.R.E.S. Beija-Flor, coroando a noite com samba e emoção.
Samba, fé e diversidade espalhados pela cidade
Além do palco principal, o Palco Samba Amstel celebrou o gênero com Roberta Sá, Mart’nália, Diogo Nogueira e Feyjão, que recebeu o Bloco da Preta e a Grande Rio. No Palco Leme Banco do Brasil, dedicado à música gospel, apresentações de Midian Lima, Samuel Messias, Thalles Roberto e o Grupo Marcados reuniram milhares de fiéis em clima de louvor.
A festa também ocupou bairros como Flamengo, Ramos, Sepetiba, Paquetá, Ilha do Governador, Realengo, Penha, Parque Madureira e Pedra de Guaratiba, reforçando o caráter democrático, descentralizado e inclusivo do evento.
Sustentabilidade e impacto social
O Rio Réveillon 2026 também se destacou pelo compromisso com práticas ESG. A operação incluiu ações de gestão de resíduos, compensação de carbono, educação ambiental, acessibilidade (com Libras, espaços e banheiros PCD) e engajamento das comunidades locais, consolidando a virada como um evento de grande porte alinhado às pautas contemporâneas.

Réveillon em alto-mar: luxo e música no horizonte carioca
Enquanto a areia fervia, o Réveillon em Alto-Mar, promovido pela PromoAção, ofereceu uma experiência exclusiva a bordo de um navio ancorado em Copacabana. Com vista privilegiada dos fogos, os passageiros curtiram shows de Léo Santana e É O Tchan, além de uma ceia especial e decoração sofisticada. A edição termina com apresentações de Gustavo Mioto, Alok e É O Tchan, e já abriu pré-venda para 2026 e 2027, confirmando o sucesso do formato.



