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Gratuito | Shows, filmes e peças de teatro no verão Rio de Janeiro

Show gratuitos no verão Rio de Janeiro. Leia mais no Vivente Andante.
Se, por um lado, o Verão TIM traz shows gratuitos, outra operadora de telefonia, a CLARO, também. O Claro Verão Rio vem com uma programação de cultura, arte, atividades esportivas e mais. Inclusive, o evento contará com shows de artistas como Xande de Pilares, Barão Vermelho, Blitz, Paulinho Moska, Ana Vilela, Tico Santa Cruz, Gilsons e Toni Garrido, enquanto acontecem exibições de filmes, teatro e experiências ao ar livre.
Aliás, durante os 10 dias de intensa programação, o Claro Verão Rio ocupará dois espaços marcantes de Ipanema. A saber, são eles o Parque Garota de Ipanema, o qual receberá os shows da Blitz (13/01), Xande de Pilares (15/01) e Barão Vermelho (17/01). E, entre os dias 11 e 20 de janeiro, a Casa de Cultura Laura Alvim terá uma programação de cinema, teatro, games eletrônicos, experiências de interatividade e shows de artistas como Paulinho Moska (11/01), Ana Vilela (12/01), Tico Santa Cruz (14/01), Gilsons (16/01) e Toni Garrido (20/01). Além disso, o Claro Verão Rio oferecerá atividades esportivas e de bem-estar no Parque Garota de Ipanema, como um muro de escalada com instrutores. Por fim, o Rio de Janeiro merece todo o investimento possível em cultura.
Afinal, confira a programação:
Parque Garota de Ipanema:
13/01: Blitz
15/01: Xande de Pilares
17/01: Barão Vermelho
Horário dos shows: 19h
Local: Parque Garota de Ipanema
Av. Francisco Bhering, s/n – Arpoador, Rio de Janeiro
Classificação: livre
Entrada gratuita
Casa de Cultura Laura Alvim
Data: entre os dias 11 e 20 de janeiro
Horário: das 14h às 22h
11/01: Paulinho Moska
12/01: Ana Vilela
14/01: Tico Santa Cruz
16/01: Gilsons
18/01: Rodrigo Santos
19/01: Priscila Tossan
20/01: Toni Garrido
Endereço: Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema,
Classificação: livre
Entrada gratuita
Verão Claro Rio traz programação gratuita. Confira!
Programação completa (divulgação: Verão Claro Rio)
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Monobloco 2.0 agitou a Lapa com participação especial do Gilsons

Os ritmistas do Monobloco 2.0 não deixam a peteca cair.

O Monobloco 2.0, comemorando 20 anos de muito carnaval, realizou uma grande apresentação em uma Fundição Progresso cheia, no último sábado (04/01). Antes do início dos shows principais teve a Charanga do Monobloco caminhando e tocando pelo meio da plateia, para, logo em seguida, entrar o grupo Gilsons, composto pelo filho caçula de Gilberto Gil e dois de seus netos: José Gil, Francisco Gil e João Gil.

O trio tocou algumas de suas músicas e sucessos da nossa nobre MPB. Entre elas, “Meu Erro”, do Paralamas do Sucesso, seguindo com o verso “Pode fazer o que quiser, até me machucar…”, a canção que, claramente, já está na boca do povo “Várias Queixas”, uma composição do Olodum, com toda uma melodia dançante.

Posteriormente, uma brisa leve com aroma de tempero percorreu a Fundição Progresso, com “Vento e Alecrim”. Os Novos Baianos também foram saudados pela banda que fez o público cantar junto “Eu sou, eu sou o amor da cabeça aos pés”, o famoso verso de “Dê um Rolê”, de 1971. Indubitavelmente, não poderia faltar Gilberto Gil. “De Onde Vem o Baião”, do álbum Parabolicamará, fez a galera dançar um forró. Então, Gilsons jorrou amor com “Love, Love” e trouxe “Menina Mulher da Pele Preta”, do Jorge Ben.

E, sem especulação, teve “Lucro”, do BaianaSystem, e aquele limpante “Banho de Folhas”, da cantora Luedji Luna. Um repertório que passou por velhos e novos sucessos da música brasileira, e fechou com o bis pedido pelo público, para que ninguém reclamasse: “Várias Queixas”.

Trio Gilsons fez show antes do Monobloco na Lapa, Rio de Janeiro.
Gilsons conquistou o público na Fundição Progresso (foto: Alvaro Tallarico)
Beleza de cenário: Uh, Monobloco!

Pois, o trio Gilsons saiu – muito aplaudido – e os músicos do Monobloco começaram a entrar e se alinhar com os instrumentos. Pedro Luís e companhia subiram ao palco e iniciaram o carnaval na Fundição Progresso com um cenário que era uma beleza: “Exaltação à Mangueira”, e o forte samba-enredo da escola vencedora de 2019, “Histórias para Ninar Gente Grande”:

Salve os caboclos de julho
Quem foi de aço nos anos de chumbo
Brasil, chegou a vez
De ouvir as Marias, Mahins, Marielles, malês

A Escola de Samba Salgueiro – do coração de Pedro Luís –  não poderia faltar com o hino de 1993 “Peguei um Ita no Norte”, mais conhecida como “Explode coração, na maior felicidade…”, contudo, para manter a energia em cima, veio “Dandalunda”, consagrada na voz de Margareth Menezes e “Sorte Grande”, fazendo a plateia pular e levantar poeira.

Monobloco 2.0 : Maria Pinkusfeld e Pedro Luís no palco da Fundição Progresso, na Lapa, Rio de Janeiro.
A alegria contagiante de Mariá Pinkusfeld ao lado do carisma de Pedro Luís: Monobloco 2.0 (foto: Alvaro Tallarico)
Séquito de fãs

Em janeiro de 2001, começava o Monobloco, e, 20 anos depois, é possível perceber o séquito de fãs que o grupo angariou por todo o Brasil. O bloco sempre fecha o carnaval oficial do Rio de Janeiro, arrastando milhões pelas ruas da Cidade Maravilhosa. Na Fundição Progresso, os espectadores ainda puderam ouvir “Gostava Tanto de Você”, “Descobridor dos Sete Mares”, “Felicidade”, do Seu Jorge, “Já Sei Namorar”. O Monobloco 2.0 mantém a tradição de exaltar velhos e novos clássicos do cancioneiro brasileiro.

Monobloco 2.0 com Pedro Luís na Fundição Progresso, na Lapa, Rio de Janeiro.
Pedro Luís e Monobloco: 20 anos de energia (foto: Alvaro Tallarico)

Logicamente, as clássicas “Coisinha do pai”, “Rap da Felicidade”, “Sonífera Ilha”, “Vai Vadiar”, “Toda forma de amor”, excitaram a galera. Além disso, outras marcantes do repertório do Monobloco, como “Taj Mahal”, “Fio Maravilha” e “É Hoje” acabaram por deixar a plateia em catarse. Em suma, Monobloco e o verão carioca caminham juntos e iluminam a cidade como um caloroso sol da mais pura música brasileira, na força do carnaval. São 20 anos movimentando a cultura, fazendo o povo pular, cantar, dançar e o asfalto tremer. Segue o baile, porque o Monobloco promete perdurar. E o público agradece.

Mãos erguidas para o Monobloco
Plateia ovacionou. O séquito de fãs do Monobloco só cresce. (foto: Alvaro Tallarico)
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Gilsons abre comemoração de 20 anos do Monobloco na Lapa

Monobloco na Fundição

A Fundição Progresso (Lapa, RJ) recebe no próximo sábado (04/01), o primeiro ensaio aberto do Monobloco de 2020 e também o grupo Gilsons. Serão dois espetáculos completos para a comemoração dos impressionantes 20 anos do Monobloco. A festa apresentará o lançamento do novo single do Monobloco, “Esse meu Rio”, primeira de outras novidades que virão até o carnaval 2020.

Esse evento é a abertura oficial do Carnaval 2.0 do Monobloco  com seu primeiro ensaio no Rio de Janeiro. A saber, o segundo acontecerá no dia 21 de fevereiro.  Logicamente, as clássicas “Coisinha do pai”, “Rap da Felicidade”, “Descobridor dos sete mares”, “Sonífera Ilha”, “Vai Vadiar”, “Toda forma de amor”, “História pra ninar gente grande”, iram levantar a galera, assim como o samba campeão da Mangueira de 2019 que exalta Marielle Franco. Além disso, outras marcantes do repertório do Monobloco, como “Taj Mahal”, “Fio Maravilha” e “É Hoje” estão garantidas.

Gilsons e "Várias Queixas"
Suingue bom com Gilsons (divulgação)

Entretanto, o show de abertura da noite fica por conta do trio Os Gilsons, formado por Francisco Gil, João Gil e José Gil, respectivamente netos e filho de Gilberto Gil. Mesclando uma sonoridade estilo MPB, juntamente com raízes baianas e bastante swing carioca. Aliás, os três também fizeram parte da banda Sinara ao lado do vocalista Luthuli Ayodele e do baixista, Magno Brito.

Por fim, se liga no clipe de “Várias Queixas”

Inclusive, “Várias queixas”, principal canção do Gilsons, é uma composição do bloco Olodum, o qual já possui mais de 40 anos de histórias nas ruas do Pelourinho, na Bahia. Sob a direção e roteiro de Pedro Alvarenga, estrelado por Jeniffer Dias e Hiltinho Fantástico, a canção ganhou um clipe envolvente e bem feito, filmado na comunidade da Tijuquinha, no Rio de Janeiro.

Assista:

 Serviço:

MONOBLOCO 2.0 com abertura do Gilsons

Abertura da casa: 22h
Banda de abertura: Gilsons, às 23h
Monobloco : 0h30
EndereçoRua dos Arcos, 24 – Lapa
Abertura dos portões: 22h
Classificação etária: 18 anos.

Ingresso: a partir de R$50,00

Link para compra do ingresso:

https://www.eventim.com.br/ensaios-do-monobloco-rio-de-janeiro-ingressos.html?affiliate=BR1&doc=artistPages%2Ftickets&fun=artist&action=tickets&key=2138781%2412564206

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Gilsons | Trio faz show em Copacabana

Gilsons fazem show em Copacabana
Com influências da MPB aos blocos afros, Gilsons apresentam seu novo EP nessa terça-feira, 17 de dezembro, em Copacabana

Gilberto Gil, desde os tempos da tropicália, deixou muitos legados para a cultura nacional. Contudo, o que talvez ele não esperasse é que suas próximas gerações viriam com o mesmo dom de cantar e encantar. Seu filho caçula e dois de seus netos estão mostrando cada vez mais seus talentos e provando que a genética musical não falha. 

O trio Gilsons, formado por José Gil, Francisco Gil e João Gil surgiu com dois singles ainda em 2018. Ademais, no último dia 22, o grupo divulgou seu primeiro EP “Várias Queixas” que será apresentado ao público carioca nessa terça-feira (17).

5 músicas compõe o novo álbum

A saber, com o total de cinco músicas, o novo projeto traz ao mesmo tempo a doçura de uma voz ao pé do ouvido e o balanço das ondas do mar que percorrem entre o litoral carioca e soteropolitano. Difícil não se render aos versos autorais e arranjos harmoniosos que conversam perfeitamente com as nossas expectativas como as de “Vento e Alecrim”,  “Cores e Nomes” e “Love, love”.

Clipe de “Várias Queixas” pode ser encontrado no YouTube

Inclusive, “Várias queixas”, uma das faixas e título do projeto, é uma composição do bloco Olodum que já possui mais de 40 anos de histórias nas ruas do Pelourinho. Com direção e roteiro de Pedro Alvarenga, estrelado por Jeniffer Dias e Hiltinho Fantástico, a canção ganhou um clipe super envolvente e esteticamente bem feito, filmado na comunidade da Tijuquinha, no Rio de Janeiro. 

A capa do primeiro álbum traz os três jovens quando ainda eram crianças brincando justamente daquilo que os une, cantar e tocar instrumentos. Essa entrada já traz uma característica familiar que propicia ainda mais a ligação do público com a obra. Aliás, até mesmo o nome desse encontro tem laços sanguíneos. A referência ao sobrenome foi sugestão de Preta Gil, mãe de Francisco. 

“A Voz” fala das reviravoltas e descobertas de tornar-se pai

Francisco, inclusive, é autor de “A Voz” que fala sobre o nascimento de sua filha, Sol de Maria, e mostra além do amor, as descobertas, felicidades e sustos do novo momento como pai. “A música é uma coisa que ganha vida por si só. Ela nasce e cresce através dos sentimentos que desperta nas pessoas… ela se transforma. Os Gilsons nasceu despretensioso e o desejo de jogar pro mundo o nosso som foi genuíno e imediato. Com o tempo, as canções ganharam força através das pessoas”, assim foi descrita a sensação de satisfação ao divulgarem pela primeira vez nas redes sociais o novo trabalho pronto.

Os três já faziam parte da banda Sinara

E, por falar em boa música, devemos lembrar que todos os três compunham a banda Sinara ao lado do vocalista Luthuli Ayodele e do baixista, Magno Brito, que também merece destaque. Mas, ao que parece, apenas João prosseguiu nos dois grupos. Sinara, em 2017, lançou o álbum de estúdio chamado “Menos é Mais” disponível nas plataformas digitais com faixas como: “Floresta”, “Sem Ar” e “Antes que eu morra”. As músicas são muito próximas do reggae e a produção foi realizada por Pedro Baby e Sergio Santos.

Dessa vez, Lana Janoti trouxe duas dicas em uma e vale super a pena dar o play para escutar. Agora, aos que já conhecem o trio “Gilsons”, essa é a oportunidade de assisti-los, nessa terça-feira no Theatro Net Rio, às 21h.

Serviço:

Show: Gilsons

Local: Theatro Net Rio

Horário: 21h

Preço: A partir de R$ 30

Classificação: 12 anos

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Festival Rock The Mountain faz evento memorável em Itaipava

Festival RTM em Itaipava

O Festival Rock The Mountain aconteceu neste sábado, 07 de dezembro, em Itaipava, região serrana do Rio de Janeiro. E confesso que precisei desses dias de imersão nos meus próprios pensamentos para conseguir digerir e definir um pouco do que foi a experiência incrível que vivi durante as 16 horas de festival.

Ficou difícil eleger o melhor momento, a apresentação mais marcante ou o quesito em que a organização mais mandou bem, porém, inegavelmente, todos que passaram por ali voltaram para casa de alma lavada. Pra lembrar com aquela nostalgia gostosa e registrar esse dia para a posteridade, contamos um pouquinho do que rolou por lá. Se liga:

Esquenta nacional de qualidade

Os cariocas da banda Biltre foram um dos primeiros do dia e, mesmo acostumados a se apresentarem a noite, cercados de muita decoração de LED, entregaram um show completo e de alto nível para um público fiel, que sabia de cor todas as letras. Além de muito entrosados e com uma ótima relação com os fãs, os meninos deram à apresentação um tom de encontro entre amigos e animaram o festival com “Piranha” e “Nosso amor foi um GIF”.

Do mesmo modo, outra grata surpresa foi assistir ao show do Gilsons, trio formado pelo filho e netos do grande Gilberto Gil, e ao intenso rock psicodélico dos goianos do Boogarins, que deram tudo de si entregando diversos hits como “Sombra ou Dúvida”, “Doce” e “Benzin”.

Biltre no Rock The Mountain
Biltre no palco AME – Foto: Ricardo Braga
Emicida é dono do Festival

Sou fã do Leandro desde 2009, na sua estreia com “Pra quem já mordeu um cachorro por comida até que eu cheguei longe” e de lá pra cá, já tive o prazer de assistir alguns de seus shows (e por acaso até fazer um TCC com uma de suas músicas). Contudo, confesso que a energia transmitida neste sábado agiu como uma sessão de descarrego, no qual magicamente deixei pra trás todos os problemas e perrengues desse ano apocalíptico.

Emicida uniu os clássicos “Zica Vai Lá”, “Hoje Cedo” e “Levanta e Anda” à músicas de seu novo trabalho como “AmarElo” e “Pequenas Alegrias da Vida Adulta”, amarrando o show para agradar desde a galera das antigas até os recém-chegados.

Sorrisos, gratidão e até lágrimas foram reações unânimes entre as pessoas que estavam ali naquele imponente pôr-do-sol no palco Budweiser. Destaque para “Principia”, do seu novo álbum AmarElo, que gerou uma verdadeira catarse após o rapper ver um grupo de amigos se abraçando e pedir para que todos fizessem o mesmo, espalhando uma onda de muito amor, empatia e respeito.

Usando as próprias palavras do mestre, o show foi “latente, potente, preto, poesia”. Sem dúvidas é uma apresentação que fica pra história.

Emicida no Rock The Mountain
Emicida no Palco Budweiser – Foto: Mari Liberato
Um pedacinho do Nordeste em Itaipava

O clima em Itaipava surpreendeu até as mais confiáveis previsões meteorológicas – e não só porque um céu azul e limpinho se abriu, mas porque as atrações do festival incendiaram a galera e botaram todo mundo pra dançar como se não houvesse amanhã.

O recifense Johnny Hooker não economizou na energia e lançou um hit atrás do outro, como “Chega de Lágrimas”, “Alma Sebosa”, “Caetano Veloso” e “Corpo Fechado”. Subiu na cadeira, dominou o palco, beijou o guitarrista e não perdeu a oportunidade de manifestar sua oposição ao atual governo e defender todo tipo de amor.

Logo mais tarde, a também recifense Duda Beat trouxe um show mais calmo, porém, com muita qualidade. A rainha do pop sofrência é dona de um carisma enorme, contudo fez uma apresentação parada que talvez funcionasse melhor fora de um festival. O single “Bixinho” foi cantado em coro, mas o resto da setlist deixou um pouquinho a desejar.

Por fim, os fortes sobreviventes que aguentaram até de madrugada, com certeza não tiveram motivos para reclamar: os baianos do ATTOXXÁ fizeram um dos melhores shows da noite, com direito a muito passinho, rodas e uma mistura contagiante de axé, pop, brega e funk. Os meninos transformaram o palco AME num pedacinho do carnaval de Salvador e fizeram até quem não curte muito o ritmo, se divertir e se entregar àquela experiência única.

Duda beat no Rock The Mountain
Duda Beat no Palco AME – Foto: Mari Liberato
Organização, atrações radicais e todos os ritmos

O Rock The Mountain conseguiu realizar com maestria um feito que poucos festivais brasileiros já conseguiram: unir todas as tribos, oferecer outras opções de diversão e principalmente gerir tudo de maneira muito bem estruturada. E, de fato, desde a logística do transfer, até o sistema de descontos pelo app do AME, que ofereceu preços justos nas bebidas e rapidez nas filas, o evento prometeu ser o mais simples e confortável possível – e cumpriu!

A questão da preocupação ambiental, explícita principalmente no incentivo do uso dos copos reutilizáveis e no plantio de árvores em parceria com o Do Bem Recicla, remeteu muito o falecido SWU, que acontecia em Itu, interior de São Paulo. Assim como o Rock The Mountain, o festival tinha como mote a importância da cultura e sustentabilidade, sobretudo em um momento tão crítico no Brasil.

Os palco MD (Magic Disco) e Bud Basement, agregaram o melhor do eletrônico, rock e hip hop, servindo como parada estratégica entre um show e outro. Do mesmo modo, o voo de balão, bungee jump e a tirolesa garantiram mais um diferencial para os amantes de adrenalina. E eu, claro, não fiquei de fora dessa!

Tirolesa no Rock The Mountain
Claro que aproveitei, né? – Foto: Marcella Vianna
Edição 2020 já foi anunciada!

O anuncio da próxima edição do Rock The Mountain, antes mesmo de me recuperar desta, sem dúvidas foi a cereja do bolo que todo mundo pediu – e quem sabe, não é aquele empurrãozinho que faltava pra você também? O evento será dia 05 de dezembro de 2020, primeiro sábado do mês, e já tem uma banda confirmadíssima: Baiana System!

Por fim, a pré-venda dos ingressos já está acontecendo e você pode garantir o seu lugar nesse rolê incrível através do Sympla.

E ai, nos vemos ano que vem?

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