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Crítica

Alice in Borderland na Netflix é surpreendente. Entenda!

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critica alice in borderland

Alice in Borderland é uma série que não me chamou atenção de cara na hora que ouvi o nome. Ainda por cima, quando vi o trailer fiquei intrigado. Shinsuke Sato assume a direção do live action da obra de Haro Aso. Aliás, a série não e recomendada para menores de 18 anos.

A sinopse faz jus a essa temática de distopia, e já  começa eletrizante. A historia começa com 3 garotos: Arisu (Kento Yamazaki) um jovem viciado em games , Chota ( Iûki Morinaga) um garoto virgem e traumatizado e Karube (Keita Machida) um amante um pouco encrenqueiro. Conforme o desenrolar do primeiro episódio vem, você se vê imerso no mundo distópico dos garotos e começa a se perguntar o que realmente está acontecendo.

O suspense se mantém em toda a primeira temporada, de forma que maratonar é uma boa opção. A ação nos episódios 1, 2 e 3 são impactantes e decisivas pra saber se você vai curtir a série ou não. Efeitos visuais não são os melhores, mas também não deixam a desejar. As atuações convencem bem e a ação realmente puxa a série para outro nível.

Surprises

Algumas surpresas durante a série, como alguns backgrounds e alguns embates conseguem deixar o espectador muito vidrado para o próximo episódio. Esta aí a palavra que resume essa obra: surpreendente. Os enigmas são bem feitos e o drama em alguns momentos é bem forte e característico do trabalho audiovisual japonês.

As soluções dos problemas não são fáceis e isso é bom, pois não são absurdas e nem daquele tipo que caem do céu. Ou seja, tudo é muito palpável e passa veracidade. Estejam preparados para muito sangue, muitos enigmas, suspense e uma ação que te faz querer sair da cadeira direto pra dentro da série.

Quero muito saber o que as pessoas vão achar de Alice in Borderland, principalmente você que não consome conteúdo asiático normalmente. Então, se você está lendo isso e viu a série ou vai ver, volte aqui e me diga o que achou!

Afinal, veja o trailer:

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12 Comentários

12 Comments

  1. Marco Marcelino

    15 de dezembro de 2020 at 10:42

    Série muito boa, prendeu-me logo no primeiro episódio e não consegui parar até ao último. Fiquei muito surpreendido com o resultado final e… falta muito para a temporada 2?

    • Sérgio Menezes

      15 de dezembro de 2020 at 13:28

      A Netflix ainda não confirmou, mas acredito que deve confirmar nos próximos meses, e material não falta.😉

      • Thunder44

        6 de janeiro de 2021 at 13:50

        Chefe, no mangá, em qual ponto a série termina pra eu continuar pelo mangá???

      • Sérgio Menezes

        6 de janeiro de 2021 at 14:11

        Cara então, não li o mangá mas uma coisa é que além de levar spoiler a história pode sofrer mudanças. Aí vai muito da conta e risco, mas se tu acha que vale a pena tenta ler o manga do começo.

  2. FABIO DE ALMEIDA

    15 de dezembro de 2020 at 16:58

    Gostei da série, algumas caras e bocas características dos filmes asiáticos, mas ação e enredo envolventes. Estou curioso para assistir a próxima temporada.

    • Sérgio Menezes

      15 de dezembro de 2020 at 17:39

      Sim sim, estamos! Bom que o manga já tem muita história, então pode ser bem trabalhado.

  3. Joe Anderson

    17 de dezembro de 2020 at 13:02

    To indo conferir agora.
    Fiquei até com medo de não conseguir parar de ver kkk

    • Sérgio Menezes

      17 de dezembro de 2020 at 14:03

      Veja sim! Depois volte a que é diga o que achou =)

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  5. Júlia Sanz

    28 de dezembro de 2020 at 12:12

    Essa série é simplesmente uma das melhores atuais da Netflix! Não dá pra parar de ver, confesso que conteúdo asiático, anime, manga, não é algo que eu costumo consumir, detesto! Mas dei uma chance e fui surpreendida da melhor forma. Assistam!

  6. Alice Cooper

    27 de outubro de 2021 at 23:05

    Achei uma gradissíssima porcaria

    • Alvaro Tallarico

      28 de outubro de 2021 at 08:52

      Alice, gratidão pelo seu comentário. Dividiu opiniões mesmo!

Escreve o que achou!

Cinema

Crítica | ‘John Wick 4: Baba Yaga’ é um épico de ação

A aventura derradeira de John Wick mostra um caminho possível para ele derrotar a Alta Cúpula

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john wick 4

John Wick 4 traz novamente Keanu Reeves como um matador incomparável

O novo filme do assassino John Wick é apontado como o melhor da franquia. Mas por que? A princípio, o elenco cresce com atores como Donnie Yen (O Grande Mestre), Hiroyuki Sanada (Mortal Kombat), Shamier Anderson (Passageiro Acidental) e Bill Skarsgard (IT: A Coisa). Além disso, Aimée Kwan como Mia encanta com beleza e ferocidade. São ótimas aquisições e até abrem espaço para o futuro. Todos atuam com eficiência e tem carisma.

Na sinopse ofical, a aventura derradeira de John Wick mostra um caminho possível para ele finalmente derrotar a Alta Cúpula. Mas, antes que possa ganhar a liberdade, deve enfrentar um novo e cruel inimigo com alianças em todo o mundo e capaz de transformar amigos em inimigos.

Com a direção de Chad Stahelski, o filme é o mais longo da franquia com 2h49, mas nem parece. Passa rápido, pois é extremamente frenético. John parece um super-herói invencível e imortal. Seu terno é uma armadura potente, inacreditável. Contudo, não é um filme sobre credulidade e sim sobre ação desenfreada. A base é tiro, porrada e bomba, mas com espaço para planos bastante criativos, uma cenografia impressionante. A direção de arte merece os parabéns, bem como a cinematografia de Dan Laustsen e seus jogos de cores. As cenas no Japão, a sequência entre obras de arte orientais, e os tiroteios em Paris são criativos e a direção de Chad Stahelski não deixa o ritmo cair.

O melhor John Wick

Como já citei, John Wick 4: Baba Yaga está sendo visto como o melhor da franquia. Não posso dizer algo sobre isso pois não vi os anteriores, talvez somente cenas aleatórias. Sou daqueles que acha que um filme deve funcionar sozinho, mesmo sendo uma sequência e que você não tenha visto nenhum dos outros. Dessa forma, afirmo que esse funciona. Não senti falta de ter assistido o que aconteceu antes e não precisei disso para entender o que ocorria ali. Ou seja, mais um ponto para o longa. Pude me divertir e aproveitar aquele entretenimento sem preocupações. E é para isso que o filme serve. É exatamente o que busca entregar, e consegue.

Em verdade, talvez esse seja um dos melhores filmes de ação que vi nos últimos tempos. Há cenas belíssimas e divertidas. No clímax, a longa cena da escada até Sacre Couer no terceiro ato apresenta boas coreografias e comicidade na subida até o inferno. O diretor conduz muitas vezes como um videogame, escolhendo ângulos que nos colocam dentro daquela zona de guerra.

Afinal, John Wick 4: Baba Yaga chega aos cinemas em 23 de março.

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