Crítica | Aqueles Que Me Desejam a Morte

Aqueles Que Me Desejam a Morte (Those Who Wish Me Dead) é um filme, digamos, genérico, que tem como maior destaque a grande atuação do menino Finn Little (“Reckoning”), como Connor, e o carisma da vencedora do Oscar, Angelina Jolie (“Garota, Interrompida”), como Hannah, uma bombeira ainda abalada pela perda de três vidas que não conseguiu salvar de um incêndio.

A direção é de Taylor Sheridan a partir de um roteiro escrito por Michael Koryta, Charles Leavitt e Sheridan, baseado no livro de Koryta. O elenco é bom, conta também com Jon Bernthal como o Xerife Ethan e Aidan Gillen como Jack. É genérico porque é um roteiro simples daquele estilo de gente querendo matar alguém que sabe de algum segredo que implica gente poderosa.

Faltam respostas e sobra fogo, já que a protagonista é bombeira. É uma aventura que pode entreter e fica no ramo do mediano. Tipo do filme para ver sem expectativas. O trailer mostra o que o filme é e não há surpresas além disso. Com exceção da excelente atuação de Finn Little que rouba a cena sempre que aparece, com uma fofura, uma expressividade que destoa do resto do elenco, que segue no automático, mas porque o filme não aprofunda em nenhum.

Nos bastidores, a equipe criativa incluiu o diretor de fotografia Ben Richardson, o desenhista de produção Neil Spisak e a figurinista Kari Perkins, que trabalharam com ele em “Terra Selvagem”; e o editor Chad Galster e o compositor Brian Tyler, da série “Yellowstone”.

A New Line Cinema apresenta Aqueles Que Me Desejam a Morte, uma produção da BRON Studios/FILMRIGHTS, em associação com a Creative Wealth Media, um filme de Taylor Sheridan. O filme será distribuído mundialmente pela Warner Bros. Pictures.

Enfim, veja o trailer:

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Aqueles Que Me Desejam a Morte

Filme genérico

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