Crítica | ‘Mãe de Verdade’ e as sutilezas do amor materno

“Mãe de Verdade” é um filme delicado e introspectivo sobre a maternidade. Ele conta a história do menino Asato (Reo Sato) e suas mães biológica e adotiva: Hikari Katakura (Aju Makita) e Kiyokazu Kurihara (Arata Iura). Tornar-se mãe é o ponto de mudança da vida dessas duas personagens.

Kiyokazu vive uma vida estável de classe média alta com seu marido Satoko (Hiromi Nagasaku). O casal trabalha em uma grande empresa e possui uma vida invejada, tanto por pessoas distantes quanto por pessoas próximas. O que ninguém sabe, é que o casal passa por grandes dificuldades para engravidar. O processo de fertilização angustia a vida a dois. Decidem, então, pelo processo de adoção. É no dia da adoção de Asato, que conhecem a jovem Hikari.

Drama familiar

Já, Hikari, é uma adolescente que ainda está descobrindo a vida. Apaixonada pelo colega de escola, se deixa levar por um profundo amor juvenil. A consequência é uma gravidez indesejada. Sua única opção é concordar em colocar o filho para a adoção. A partir desse momento, ela precisa lidar com as consequências das escolhas que adultos fizeram por ela e as dificuldades que é a vida adulta desesperançada de perspectivas.

“Mãe de Verdade” é um drama familiar e conta a história do amor de duas mães, que compartilham o mesmo filho, cada uma com seu sofrimento e singularidade. Uma história sensível e marcante sobre as dificuldades da maternidade, seu antes e depois, que se passa no Japão, mas de mensagem universal. Afinal, não importa onde ou como, tornar-se mãe é sempre um processo transformador.

O filme estreia neste dia 13 de maio nos cinemas.

Enfim, o trailer:

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