Filhos do Privilégio (Das Privileg) | Crítica

Em “Filhos do Privilégio” (Das Privileg), uma família rica passa por um acontecimento estranho em casa. Algo esquisito quase leva o pequeno Finn (Max Schimmelpfennig). Mas, o que será que estava atrás deles?

Em seguida, vamos direto para o garoto já mais velho, com 18, e com diversos traumas  causa desse evento perturbador. Enquanto isso, sua irmã gêmea, Sophie (Milena Tscharntke), é uma garota bem popular na escola.

Mistérios começam a acontecer na cidade, e Finn decide investigar sozinho. Entretanto, a partir disso, começa a criar paranoias e perto da insanidade.

Atos

“Filhos do Privilégio” começa muito bem já com uma tensão bem grande. A trilha passa um terror bem impactante e o primeiro ato tem essa criação de ambiente perfeita.

No segundo ato percebemos claramente que algo ali não é humano, sobrenatural, mas ainda nada é explicado. Por outro lado, todos acham que Finn está louco, isso afeta ainda mais ele.

O ex de sua irmã, tenta alertá-lo, mas vira tarde demais para o próprio. Isso continua afligido Finn, que cada vez mais se sente sozinho.

Temos uma invocação, que foi interessante mas poderia ter sido melhor explorada. Mas a ideia de não ter o ritual concluído foi boa.

O terceiro ato se perde um pouco, num plot que não convence muito. Mas no contexto geral é um bom divertimento e algo para não pensar muito, nem procurar muita lógica.

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Enfim, o trailer:

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