Crítica | Paulo, Apóstolo de Cristo

Naquele dia, ao lado de minha mãe, vi o filme Paulo, Apóstolo de Cristo na Netflix. Uma bela surpresa. Saulo de Tarso era um soldado romano que virou Paulo e tornou-se um discípulo de Jesus Cristo. O longa-metragem foca num Paulo idoso, preso, resignado e firme em sua fé. O grego Lucas vai em busca dele para registrar seus ensinamentos e sua vida. A certeza de Paulo, sua gigante e contagiante fé é ainda mais interessante pois ele foi um grande pecador e sempre faz questão de deixar claro que tem diversos arrependimentos, afinal, ele caçava cristãos antes de se tornar um.

As maldades da época são assustadoras. A crueldade humana não cansa de me assustar. Como pode o homem descer tanto? Contudo, Paulo ensina sobre o amor, aquele que é paciente, que não é egoísta, que louva a verdade, que protege. O ator James Faulkner traz uma imponência eficiente para Paulo e Jim Caviezel, que viveu Jesus em Paixão de Cristo, confere carisma a Lucas.

O filme é bom como cinema e como mensagem. Pessoalmente, tenho apreço por produções que falam de espiritualidade. Aqui, no caso, não há uma pregação, o que é ótimo, mas sim um retrato de uma figura histórica no fim de sua jornada. As frases de Paulo são fortes em seu amor por Cristo. E é cinema de qualidade.

Afinal, veja o trailer:

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