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Crítica

Death to 2020 | A melhor retrospectiva do ano está na Netflix

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death to 2020 netflix

Death to 2020 é comédia em sua veia mais irônica. Uma retrospectiva diferente com diversas caras conhecidas como Samuel L. Jackson e Lisa Kudrow, a Phoebe de Friends. Ainda por cima, tem Hugh Grant em participação marcante. Ah, o poder do humor como arma crítica é a principal virtude dessa obra audiovisual que acompanha acontecimentos desde o primeiro dia de janeiro de 2020.

O embate entre Joe Biden e Trump é um dos assuntos que ganham uma abordagem em que a polarização e a falta de tolerância exalam seu fedor através da televisão. Assim como as atitudes do presidente americano

Boris Johnson e suas contradições na Inglaterra, assim como a Rainha são alvos fáceis para piadas. Rever Lisa Kudrow em seu talento para o humor em uma personagem que é a cara de 2020 já faz valer assistir. Um elenco que tem ironia na veia domina a telinha com desenvoltura.

O formato é de documentário e programa de televisão típico de retrospectiva mesmo com foco especial nas eleições estadunidenses.

Além disso, as referências pipocam. Temos citações a Game of Thrones e ao universo cinematográfico da Marvel. E até mesmo a onda de coachs.

Death to 2020 não é genial, mas diverte ao mesmo tempo que consegue fazer pensar de uma forma humorística sobre alguns acontecimentos desse ano tão difícil que parece não ter fim.

Enfim, olha o trailer:

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Os Favoritos de Midas | Em seguida, uma história fechada e curta meio ‘Death Note’
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Por fim, veja:

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Cinema

Critica | A Primeira Comunhão

Filme do diretor espanhol Victor Garcia tem distribuição da Paris Filmes e está nos cinemas

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critica a primeira comunhão

O terror que entrega mais atuação do que enredo

A Primeira Comunhão, filme do diretor espanhol Victor Garcia, conhecido pelo premiado filme De Volta a Casa Da Colina (2007), traz a história de Sara, uma adolescente simples e com dificuldades para fazer amizades na nova cidade. Após mudar com sua familia para o interior da Espanha, Sara conhece Rebeca, uma adolescente rebelde e mal falada na cidade que em determinada noite leva Sara para uma balada um pouco distante de sua casa.

Porém, na volta, as duas se arriscam ao pedir carona para o traficante da cidade. No trajeto Sara avista uma menina vestida de branco com uma boneca de primeira comunhão na mão. Após Chivo parar o carro assustado, Sara desce a procura da menina, Rebe a repreende e pede para que volte para o carro e em seguida a personagem principal encontra a fatídica boneca. Rebeca e Chivo, que já conheciam sobre uma antiga lenda da cidade acerca da garota e da boneca, a chamam de volta para o carro, mas Sara leva a boneca consigo. Dessa forma, a partir daquele momento, todo o grupo é amaldiçoado pela boneca e por Marisol (a dona da boneca).

Pontos positivos

Um dos maiores pontos positivos do filme é a capacidade do elenco de entregar ótimas atuações, dando ênfase a Aina Quiñones, que interpreta Rebeca. Em seu show particular, Aina entrega tudo que se espera de um filme como esse: medo e aflição. Uma das cenas que envolve o pai de Rebeca é digna de prêmios, um pai que só maltrata a filha e a trata do modo visto no filme, ao ver a filha em possessão se desespera ao ponto de arrombar uma porta e trazer emoção pura a cena.

Já o ponto alto se mostra já pelo final, em uma cena em um poço. A atuação de Carla Campra é simples, mas no momento dessa sequência se faz importante e mostra como a simplicidade pode agregar muito a uma obra. Vale ressaltar sobre a atuação de Carla no momento do acidente de Chivo, onde a mesma entrega emoção e desespero, um momento que com certeza é marcante ao mostrá-la como indefesa diante de toda situação.

Aliás, veja o trailer de A Primeira Comunhão, e siga lendo:

Afinal, A Primeira Comunhão traz um terror genérico, mas com boas atuações e cenas de suspense. Sente-se a falta da trilha que leva o publico a estar mais concentrado no filme e até mesmo a se sentir mais imerso naquela realidade. A obra aborda temas que a indústria espanhola vem utilizando cada dia mais como a amizade e o romance adolescente. Um ponto que pode incomodar aos românticos de plantão é o fato de Sara e Pedro não se aprofundarem em sua relação e nem mesmo terem tantas cenas românticas do único casal abordado no filme.

No geral o filme é bastante conveniente para aqueles que curtem um terror básico, mas que ainda sim entregue o suspense digno de filmes do segmento. Algumas cenas como o terror familiar de Rebeca podem vir a gerar gatilhos a quem passa ou já passou por situações parecidas. mas sem dúvidas é um tema importante a ser abordado.

A Primeira Comunhão (The Communion Girl), com distribuição da A Paris Filmes, está nos cinemas brasileiros.

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