‘Monster Hunter’ leva para um mundo de videogame

A Sony Pictures lança nesta quinta-feira nos cinemas brasileiros “Monster Hunter”. O Vivente Andante foi convidado para ver antes. O começo do filme é bom, com uma equipe de guerra cheia de personagens que dão vontade de se conectar. Em certo momento do longa temos a presença da talentosa atriz brasileira Nanda Costa. Essa é a estreia dela em Hollywood. “Eu sempre acreditei que papel tem endereço certo, porque o convite veio de dois lugares. Como esse é um filme internacional, para mim, é como se fosse um primeiro filme de novo, por ser tão distinto de tudo o que estou acostumada a fazer”, comenta Nanda. “Me senti viva e começando”, completa a atriz.

“Monster Hunter” tem inspiração no fenômeno homônimo dos games e pode agradar aos fãs do jogo que querem ver os monstros na tela grande. Tecnicamente os efeitos especiais são bons e há boas cenas de ação. Por outro lado, há muitas brigas sem muita razão de ser e os clichês imperam, mas isso faz parte da proposta do filme. A ideia não é inovar e sim entreter. É a direção comum de Paul Anderson. Sem surpresas. Rasteira como o Diablo. O roteiro não empolga e o foco é realmente a ação.

Tony Jaa, que interpreta o Caçador, é simpático e responsável por algumas das melhores cenas. Milla Jovovich faz a protagonista, Tenente Artemis, com seu carisma tradicional. O filme me lembrou algumas séries super sentai antigas como Changeman e Jaspion, pelos monstros gigantes. Não tem muito a ver, contudo despertou certa nostalgia.

Afinal, é aquele filme para entrar em um mundo de videogame e viajar sem pretensão.

Enfim, se liga em uma cena do filme:

Sinopse:

Paralelo ao nosso mundo, existe outro: um mundo de poderosos e perigoso monstros que controlam seus territórios com ferocidade mortal. Quando a Tenente Artemis (Milla Jovovich) e seu esquadrão de elite são transportados através de um portal que liga os dois mundos, eles vão ser confrontados com a experiência mais chocante de suas vidas. Em sua desesperada tentativa de voltar para casa, a corajosa tenente encontra um caçador misterioso (Tony Jaa), cujas habilidades únicas permitiram com que ele sobrevivesse nessa terra hostil. Enfrentando incansáveis e aterrorizantes ataques dos monstros, os dois guerreiros se unem para lutar contra eles e encontrar um meio de voltarem para casa.

Ademais, veja mais:

A Voz Suprema do Blues | Dignidade, respeito e independência
The Forty-Year-Old Version | Rapper negra tem carisma e inovação na Netflix
Crítica | ‘Era Uma Vez Um Sonho’ é elegia caipira emocionante na Netflix

Escreve o que achou!