Porangareté realiza talk show online com seus músicos

Porangareté. O selo regido por Rodrigo Garcia, Maria Eugênia e Chico Chico vem trazendo à tona uma nova geração de artistas – músicos – dotados de um misto de influências que vem dando um belo caldo cultural.  Aqui no Vivente Andante já tivemos a oportunidade de cobrir alguns shows dessa galera, como Juliana Linhares, Agatha, Gui Fleming, Daíra, e outros. E, certamente, a qualidade musical é grande e vasta.

O produtor Rodrigo Garcia é quem assume certa liderança utilizando sua experiência e vivência musical, um homem que vê a arte como expressão do espírito. Declarou, inclusive, que se sente com muita sorte de conviver com essas jovens realidades. “A gente foi construindo esse grupo de artistas e essa ideia do selo a partir de uma galera se admirando entre si, todas as pessoas do selo tem alguma conexão. Fica uma sensação de eternidade muito interessante. Como a de estar produzindo sons que vão ser ainda muito falados, é bem o começo. Tudo que é muito bom tem um começo.”

Talk show

O selo Porangareté nasceu de uma parceria entre Rodrigo Garcia, Maria Eugenia Vieira Martins e Chico Chico para lançar materiais inéditos da Cassia Eller, bem como apostar em novos artistas na cena da música popular brasileira.  Para incentivar as pessoas a ficarem em casa sempre que possível,  a Porangareté  vai fazer a um talk show em seu perfil no instagram (@porangarete). Toda segunda-feira e sexta-feira, um dos artistas do elenco vai assumir o perfil do selo e convidar outro artista. Por sua vez esse convida outro artista para uma ciranda virtual/entrevista/conversa com muitas histórias,  bastidores e música no formato de live. Rodrigo Garcia, Chico Chico, Júlia Vargas, Posada, Ivo Vargas, Juliana Linhares,  Daíra, Claos Mozi, Gui Fleming, Jhasmyna e Fidelis estão entre os primeiros nomes de uma lista infinita de convidados que ainda está por vir.

“A ideia surgiu da saudade e da vontade de estarmos juntos. Para diferenciar das live-shows que cada um de nós já tem feito individualmente, pensamos nesse formato de um talk show informal. Seria impossível pensar em um único anfitrião,  então resolvemos criar esse jogo onde quem entrevista alguém passa o bastão de entrevistador para o entrevistado. Pode muito bem não ter fim, porque não falta é saudade e som”, disse Gui Fleming, o bom maldito.

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