Wednesday, October 21, 2020

Tecnologia de determinação do sexo no ovo pode salvar milhões de vidas animais

8 bilhões pintinhos machos nascidos na indústria de ovos são sacrificados anualmente em todo o mundo. Esses filhotes machos são considerados inúteis porque não podem pôr ovos e, ao mesmo tempo, não podem ser usados para o consumo de carne. Isso porque têm uma linhagem genética diferente das aves criadas para a produção de carne de frangos e não crescem rápido o suficiente. Por esse motivo, eles são triturados vivos um dia após o nascimento, sem qualquer forma de anestesia ou atordoamento prévio.

No Brasil, são mais de 7 milhões de pintinhos machos mortos poucas horas após o nascimento todos os meses. A maioria dos filhotes são triturados vivos ou sufocados em sacos plásticos. Porém, existem tecnologias no mercado, ou em desenvolvimento, que a indústria pode adotar. Essas permitiriam identificar o sexo do embrião antes de sua formação, possibilitando que os óvulos sejam descartados sem que milhões de pintinhos sejam mortos de forma cruel, enquanto estão completamente conscientes.

Determinação de sexo no ovo

A tecnologia mais avançada nesse sentido é a tecnologia de determinação do sexo no ovo. Ela permite identificar o sexo dos filhotes nos primeiros dias de concepção, por meio de um teste que analisa os componentes hormonais dos embriões nos ovos.

Existe uma petição da Animal Equality Itália para que o governo italiano faça um compromisso para adotar essa tecnologia de determinação do sexo no ovo. A saber, a petição já ultrapassou 38 mil assinaturas, mas segue visando que esse massacre tenha um fim em todo o mundo. A partir dessa vitória na Itália, a ideia é divulgar ainda mais essa alternativa.

A Animal Equality é uma organização internacional que se dedica a defender animais explorados para consumo por meio de campanhas, advocacy, relações corporativas e investigações.

Para assinar a petição, visite: https://campaigns.animalequality.it/stop-strage-pulcini/

Esperamos que essa tecnologia possa chegar ao Brasil o quanto antes.

Fonte: https://animalequality.org.br/

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